19 de out de 2016

Acabar, acabar não acaba

Para onde se mira o olhar e se desloca o pensamento 
para a nossa cabeça descansar, 
Um absurdo ou desentendimento,
Encontramos loucura sem par. 
Qualquer conversa sem compromisso acaba em tensão
É muita turbulência para pouco avião!
O livro do Casquinha, na verdade escrito por João Baptista M. Vargens é uma delícia de se ler. Leve como o exemplar, conta pequenas histórias que autor viveu ao lado dessa personagem mítica do samba carioca. Digo mítica sem medo de exagerar, no tempo desses baluartes estilo Casquinha da Portela, todos eram mitos, nós que só descobrirmos isso depois e, muitos ainda não descobriram.

Eu sempre relutei em aceitar essa história do samba acabar só que de repente percebo que o samba é  como o mundo: Acabar, acabar não acaba, só fica mais feio, menos verde, menos azul, mais cinzento.

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