21 de out de 2018

FOTO NA MAIFESTAÇÃO 3



Marquei com um monte de gente que não consegui encontrar e encontrei com quem nem pensei em marcar.

12 de out de 2018

Tia Surica leva todos nós na sua voz

Nesse momento tosco, cinzento e praticamente infeliz, só ela pra fazer nossa alma sorrir. Foi lindo o show de Tia Surica. Foi tocante a participação de Cristina, a Buarque. Foi de gala a intervenção da Tabajara do Samba. Um show sem gordura, marcado pela simplicidade e ausência de mirabolâncias, exatamente como um show de samba deve ser. Repertório preciso, grupo cirúrgico, flauta beirando à excepcionalidade. Tudo encaixadinho porque todos que ali estavam pareciam felizes, satisfeitos por ali estarem.

Pela segunda vez na vida, eu senti lágrimas nos olhos enquanto um deles estava ali fixo no visor da câmera. A primeira vez foi na quadra da Portela, filmando Nelson Sargento cantando "Agoniza mas Não Morre" junto com Wilson Moreira e nessa ocasião, um cara teve a cara de pau de chegar pertinho e perguntar (quase afirmando com cumplicidade) no meu ouvido:
- Você é mangueirense, né?
Eu, vestida de portelense até nas peças íntimas, olhei séria e aborrecida pela interrupção do meu "momento-sei-lá-me-deixe", porque não sei até hoje, respondi séria, seca e com olhos molhados:
- Não.
A segunda vez foi ontem ouvindo Cristina Buarque interpretando Portela na Avenida. Porque Cristina sempre me emocionou, desde lá, quando ela era só uma voz no rádio, cantando algo que, naquela idade minha, eu não identificava como samba - era apenas música (sim, pessoal houve um tempo que tocava samba de terreiro nas rádios, samba bom com gente cantando bem). Acontece que eu tive a honra, glória e bênção de entrar no mundo que os sons do rádio daquele tempo, década de 70 me trazia. E aí, as músicas se revestiram da minha própria história.e vivência nuns quintais e quadras e terreiros.

Quando você conheceu uma música como Portela na Avenida na voz vigorosa de Clara Nunes, anos depois passa a vivê-la no vigor e tons de ansiedade e respeito, ali na arena do "esquenta", na própria avenida, ela se transforma, sim, em mais do que uma música ou hino, é "feito uma reza um ritual"; você descobre a historia da música e fica embasbacado com essa história, você ouve repetidamente a música fazendo parte do coro de centenas (milhares) de vozes na quadra, que te faz pular e praticamente entrar em transe. Daí, uma noite, vem aquela voz da infância, delicada, afinada como poucos hoje em dia no samba conseguem ser e é muita historia somada àquelas notas e tantas outras histórias e o nome disso é Cultura, viu?

Normalmente Tia Surica é uma artista emocionante, mediúnica, aquela entidade que com sua roupa de show, se transforma e ressignifica tudo: A cozinha, os temperos, a luta de uma vida inteira. É a voz da vendedora jovem numa banquinha ali, na frente da quadra, da operária, da artesã no barracão torcendo pena de ema, da baiana que arrumava a fantasia pra sair mais bonita nos desfiles, da conselheira. É a voz do colo e ombro amigo, da simpatia paciente, da falta de paciência impaciente, da pessoa com valores de samba antigo, da artista com muito menos espaço que o merecido, da preta mulher baixinha que largou um noivo pra se casar com o samba da sua escola, num momento que era o casamento com um homem que dava respeito de verdade às mulheres.

Tia Surica leva todos nós na sua voz.

A voz de Surica nos conduz a um mundo que era bom viver, ainda que não fosse fácil

A voz que sabe dizer não, a voz que muitas vezes diz sim. A voz que melhor interpreta Candeia, a intérprete que faz questão de citar nome a nome dos autores que canta porque a interpretação vem na forma de homenagem e pedagogia que informa: são autores da minha Portela querida.

Quando Surica vai pro palco, ela deixa de lado tudo de batalha, sofrimento e dor que viveu trazendo unicamente a alegria de estar ali fazendo aquilo que ama fazer: Cantar. Cantar para um público predominantemente de amigos que sabem o quão rara é essa ocasião, que ela não distingue e a ele agradece à medida que lá de cima, agora transformada numa gigante, ela vai reconhecendo os rostos. Acontece que na beleza do figurino de artista e da satisfação de estar no palco, vem na voz a pungência de quem tanto sofreu mas decidiu dar valor ao que tem valor. Surica é mulher de luta que das dores fez um pódio do qual sacode a bandeira do samba.

Ontem, numa cidade ameaçada por si mesma, onde o verdadeiro carioca anda fazendo falta e o Estado Laico é depredado por seitas e ideias falsas do evangelho dos vendilhões do templo e da Constituição, eu pude esquecer dos receios e assombros das nuvens negras da indiferença e me sentir embalada nesse colo gostoso que essa voz de pastora traz pro palco e generosamente nos entrega. E pra ela que o tempo todo agradece a presença de todos e à dela também que eu quero dizer: Obrigada Tia Surica, você me representa, se eu não fosse sua amiga, ainda assim eu continuaria sendo sua maior fã.
BOM DIA!

29 de set de 2018

FOTO MANIFESTAÇÃO (3)

Marquei com um monte de gente que não consegui encontrar e encontrei com quem nem pensei em marcar.

FOTO NA MANIFESTAÇÃO ELE NÃO

Jandira, Jandirão #elenão não! não! #Presente! #Presentão!

SE É CARIOCA É ÍNDIO TAMBÉM


Minha ascedência. Como carioca da gema tem que ter sangue indígena nessas veias e preto no coração e o sangue azul só com transfusão portelense
#Cinelandia #elenão #elenunca
#Haddad #Manu

5 de ago de 2018

SAMBA DAS GUERREIRAS TEASER | PORTELA 2019

Oi gente! Eis um dos motivos para eu estar tanto tempo sem postar aqui. Como se não bastasse participar como aluna do #PorTelas e ter um filme produzido a ser lançado no dia 23 de agosto, parto para homenagear Clara Nunes compondo um samba enredo para a Majestade do Samba, Portela 2019 na parceria Samba das Guerreiras Presente
















1 de jun de 2018

PARA LEMBRAR DE ESQUECER


Te vejo de cara com o sonho
Com cara de sono
Imersa na preguiça de viver
Uma prece pra um santo
Um sorriso com ares de pranto
E o jeito de saber o que fazer

Éramos dias repletos de madrugada
Tínhamos a pele dourada
Pelo sol daquele mar
Tínhamos inocência
Alguma coerência
Mas deixamos estar

Não fui eu, o amor que pretendia
Mas guardei o que sobrou
daquela chama que ardia

Não sei o que foi feito da gente
Só sei que depois de um tempo
Tudo o que resta
É andar pra frente

Ninguém planeja a vida
Esse caderno grande
Onde se anota esquecimento
Pra lembrar de esquecer

29 de mai de 2018

EVOLUIR NÃO É EMBRUTECER

Não sou saudosista, não tenho tanto apego ao passado, eu só queria que as nossas vidas e também o bom e velho samba não perdessem o lirismo. Lirismo que é muito mais que palavras de amor que se vive ou que de nós se despede gerando lindas palavras de sentimentos musicais. Aquele lirismo que era também gentileza, cordialidade na forma de viver, mesmo daquelas pessoas que viviam em condições "ideais" para serem brutas e ainda assim falavam de forma divina - lírica - dos sentimentos que lhes iam na alma. Gente sem faculdade, com empregos pesados, mãos calejadas eram líricas e por isso lúdicas.
Sinceramente, passo alguns minutos, às vezes horas, pensando como fomos capazes de criar umas gerações tão concretas (pesadas) como indiscretas, duras, sem lirismo algum. Trocam gentilezas entre seus pares, gritam por igualdade mas ao mesmo tempo, só fazem ressaltar as diferenças que têm com os demais. Um excesso de superioridade mesmo quando afirmam fragilidade
Eu sei que no mundo sempre teve gente tosca, rude, soberba eu sei que todo mundo tem um pouco disso, mas acho que passamos muito além da conta do permitido e até do suportável.
Quando eu me apaixonei pela Portela foi por causa do lirismo daquelas canções da Velha Guarda com temáticas tão bem desenvolvidas, de forma tão sucinta objetiva, direta, simples e leve como um dente-de-leão que se desfaz no ar sem desaparecer; Que simplesmente se divide em muitas partes e segue a flutuar virando outra coisa. Tal qual as melodias daquela que amei à primeira audição, a mestra maior do meu coração, Dona Ivone Lara

Quem conheceu isso, vai ter sempre alguma resistência às novas melodias, sonoridades e poemas sem poesia que por mais que sejam diferentes são sempre a mesma coisa.
Eu sei que as coisas evoluem mas onde está o capítulo da vida que diz que evoluir é embrutecer?

27 de mai de 2018

SERENO















Não temo magia, feitiçaria
Passo longe da patifaria
Briga comigo, não tem escarcéu
Mas ó, quem me guarda tá no céu

Não sou bam-bam-bam
Tenho alma livre,mente sã
Falo sempre:
Com licença, por favor e obrigada
Fui feita de madrugada
Passa o sol, passa a chuva
O calor, o tempo ameno
Mas quem se livra do sereno?

Nota:
Sereno, orvalho ou rocio é um fenômeno físico no qual a água presente no ar se condensa na forma de gotas, ou seja, é o processo inverso da evaporação.

MAR DOCE
















Amo quem me ama
Trago a fumaça
Bebo a chama
Sou de ferro
Sou de fogo
Sou do vento
Venho no tempo
Vivo no ar
Penso noite
Sou energia
Sou um dia
A batucar
Canto ponto
Sem desconto
Vejo o mal se danar
O mar salgado
Pra mim é doce
Uma canção de ninar

ORAÇÃO BRASILEIRA












ORAÇÃO BRASILEIRA
Não tenho medo de nada.
Não me pega a armadilha
Trago aqui, Maria Padilha
Saí por aí
Não me faltou teto nem mocambo
Amadrinhada por Tata Molambo
Ando pra lá e pra cá
Não me enfio em antro
Com a proteção do malandro
Meu amargo é doce
Danço tudo, samba e ie-ie-iê
Sou guardada por Erê
Vivi muito. Errei, sim
Não me estrepei ainda
Tenho muita fé em Vovó Cambinda
Tô aí, ano após ano
Na força de Pai Cipriano
Mal e bem é questão de opinião
Não carrego mal nenhum
Sou protegida por Ogum
Tô aí
Ninguém me pega como posse
Sou filha de Oxósse
Comigo não tem vaia, não tem uuuuu
Tô aqui, guardada por Exu
Não fico dura, tenho sempre algum
Sou amiga de Oxum
Não reclamo, tudo tem um porquê
Tenho meu esquema com Obaluaê
Pensa que me engana?
Já me disse tudo a Cigana
Minha noite é clara como o dia
Sou fiel à Virgem Maria
A ambição não me seduz
Meu exemplo é Jesus

POEMA DO MEU MALANDRO DA CAMISA PRETA














Existe um malandro,
Caminha no meandro
não me bate nem me explora
Cara maneiro, bonito
Me chama de senhora

Elegante, de boas maneiras
Homem de fino trato
Voz rouca, olhar grave
Temos um contrato

Me deu a pena pra escrever o verso
E esse olho que brilha meio disperso
Me deu olhos de poesia
Vem comigo seja noite, seja dia.

Diz que eu mando,
que sou dona da sua vida
Deixa meus dedos amarelos de nicotina
Tá voltando quando tem gente na ida
Me faz feliz como ninguém imagina!

Me botou no samba, me jogou no carnaval
Me trata bem como ninguém faria igual

Ele vai quando tudo está bem
Ele vem quando tudo está mal
Me protege no escuro da madrugada
Me diz: Olha bem mas não diga nada

Ele é sério e educado
Me empresta seu gingado
Diz que não é Zé
Mas posso chamá-lo do que quiser

Seu nome não dá rima perfeita
É o Malandro da Camisa Preta
Onde ele está, não tem "treta"

Fala difícil, complicado
Faltou pouco pra ser advogado
Injustiçado, acabou numa cadeia
Por isso desembaraça qualquer teia

14 de mai de 2018

SAMBA NO PÉ, MELODIA NAS MÃOS COM CHEIRINHO BOM DE COMIDA NO AR



No retorno da Feira das Yabás após 6 meses, foi a gota de orvalho na suavidade da pétala da flor, pela suavidade das homenagens e também o encontro do fogo com a gasolina, no calor dos sambas e pagodes mais sacudidos, uma poesia bucólica? Antiga? Suburbana? Sei lá... Uma poesia cheia de poesia! Nas cores de uma tarde linda.
Marquinhos de Oswaldo Cruz transmite suavidade e uma certa força orientadora nas suas explicações breves na voz mansa que transmite em gotas bem dosadas o esclarecimento de uma política cotidiana, a importância da ocupação pelo povo do espaço que é seu (do povo). 
Hoje Marquinhos tinha o público nas mãos, era a saudade de estar ali e, finalmente, estávamos de volta. 
A Feira das Yabás é mais que um evento, é mágica, fé, calos, cansaço, samba no pé, melodia nas mãos com o cheirinho bom de comida de mãe no ar. Que Deus proteja esse espaço de alegria, harmonia e paz! Amém.

FORA DE MODA



Sei lá, eu só desejo que as coisas funcionem independentemente de marca, fama, in ou out. Se tenho que vestir roupa, que eu goste dela, pouco me lixo se está na moda, se é fashion. Nem no tempo da minha juventude quando surgiu uma moda de usar boné com a etiqueta pro lado de fora mudei de opinião. E, eu era a rainha dos bonés, tinha mais de 15!
Chapéu panamá (que tinha uns bolivianos ali pela Lapa fazendo e vendendo) usei muito, porque eu gosto de coisas na cabeça, também porque trabalhando em shows e eventos, quando tinha que vender CDs no meio do povo, o artista indicava:
- Aquela moça com chapéu branco...
Até que de repente eram tantos os chapéus "brancos" que ninguém me achava com facilidade.
Parei com o chapéu, mas antes usei os coloridos, só de farra.

Sempre, desde criança quis usar chapéu. Quando moça, logo após conhecer meu pai, ele me deu um chapéu, bem estilo Zé Pelintra. Era preto, aveludado e  ficava bonitinha com ele, mas naquela ocasião era estranho uma mulher de chapéu em Jacarepaguá, então, só usava quando ia pra balada no Centro ou Zona Sul. Um dia fiquei tão aborrecida com o meu pai, que eu só chamo assim para as pessoas entenderem, mas que ele nunca me deu a mínima como filha, que joguei o chapéu fora. Aliás, mais que isso: Sapateei em cima e taquei fogo. Naqueles tempos eu era muito temperamental, explosiva ao extremo. Sempre que tinha essas atitudes intempestivas, me arrependia depois. Não tivesse tantos chapéus similares, sentiria falta daquele, queimado feito bruxa na fogueira e do mesmo jeito que as bruxas, não adiantou nada. O mal não estava no chapéu.

Hoje, de volta ao bairro de origem, nem ligo se as pessoas se "incomodam" com uma mulher de chapéu. Também não me incomodo com a admiração das pessoas pela marca das coisas que uso e assim uso qualquer coisa que eu ache legal.
Sempre pensei que se ganhasse na mega sena, compraria um carro, contrataria um motorista e nunca pensei qual marca teria o veículo, desde que andasse, maravilha. Igual para celular, queria que ele falasse alto e claro, hoje quero que ele não trave. As coisas, pra mim, só precisam funcionar, de preferência, bem! Só isso. Celular uso até pouco. Se estou num lugar que tem conversa, até esqueço do esmartefone. Quando estou na condução, leio livros.
Há anos ando perdida de amores pelos notebooks da Dell porque não me decepcionaram, ainda. Enquanto o Sony Vaio ficou no sonho e o Apple ainda é utopia. Porque entre os meus olhos e a vitrine sempre existe algo chamado preço.

E fico aqui pensando... Por quê as pessoas gostam tão mais do status, das marcas das coisas do que das próprias coisas?  Isso me fez lembrar uma conhecida que tinha a estante mais cheia de livros do bairro mas só lia "Capricho", "Julia" e "Sabrina" ainda que ela achasse que tinha letras demais e fotos de menos...

Por que as pessoas preferem as coisas em detrimento das outras pessoas, se a maioria das pessoas funcionam até bem direitinho? Nenhum celular nunca pagou cerveja pra mim. Nunca que vou dar mais atenção a ele do que a alguém que esteja conversando comigo.
Devo ser alguém muito fora de moda.

RETORNO DA FEIRA DAS YABÁS: COUBE TUDO NA PRAÇA, N.Sa., Preto-Velho, Dia das Mães,130 Anos da Abolição

Tem vídeo.
No retorno da Feira das Yabás após 6 meses, foi a gota de orvalho na suavidade da pétala da flor, pela leveza das homenagens; e também o encontro do fogo com a gasolina, no calor dos sambas e pagodes mais sacudidos. Uma poesia bucólica? Antiga? Suburbana? Sei lá... Uma poesia cheia de poesia! Nas cores de uma tarde linda. Marquinhos de Oswaldo Cruz transmite suavidade e uma certa força orientadora nas suas explicações breves na voz mansa que transmite em gotas bem dosadas o esclarecimento de uma política cotidiana, a importância da ocupação pelo povo do espaço que é seu (do povo). Hoje Marquinhos tinha o público nas mãos, era a saudade de estar ali e, finalmente, estávamos de volta. A Feira das Yabás é mais que um evento, é mágica, fé, calos, cansaço, samba no pé, melodia nas mãos com o cheirinho bom de comida de mãe no ar. Que Deus proteja esse espaço de alegria, harmonia e paz! Amém.

6 de mai de 2018

O PRIMEIRO SAMBA A GENTE NÃO ESUECE

Vanderlei Santana, Catia Guimarães, Rozzi Brasil, 

Uma experiência inigualável! Olho pra mim e me vejo satisfeita por ter tido a oportunidade de participar de mais esse trecho de tudo o que compõe o samba do Rio de Janeiro. Vai ter textão, esse é só o primeiro. No momento só posso dizer algumas das muitas coisas que aprendi recentemente:
- Não existe escola pequena.
- Nossa Cultura é grande, grande, muito maior que qualquer competição. Inclusive, ela só une. Se alguém se divide, precisa aprender um pouco mais sobre a cultura do samba carioca
- Um enredo bem escolhido chama, aglutina, dá volume ao trabalho da agremiação. Jeronymo Patrocinioo foi uma excelente escolha, sua trajetória rendeu sambas inspirados e lindos. Botou o GRES Arame de Ricardo diante de muitos que o tinha esquecido ou não o conheciam.
- Uma boa sinopse é fundamental para dar brilho à trajetória do homenageado, colorir a história que se vai contar e transmitir o conhecimento "pra geral".
Parabéns, Samir Trindade você fez isso muitíssimo bem!
- Participamos desse concurso levados pelo respeito às cores azul e branca, pelo reconhecimento ao tema do enredo - Jeronymo Patrocinio, para quem fama e sucesso não são equivalentes e cabem em Madureira, sem precisar de AP nos bairros badalados.
- Nossa parceria é nova em trabalho junto, mas certamente vem de uma amizade de outras vidas, tal a sintonia que desenvolvemos. Não somos os mais ricos e por isso mesmo tentamos preencher com talento, carinho e experiência de vida, amizade, respeito e sentimento de equipe todas as lacunas que a falta de grana produz. Agradeço sinceramente a quem vem com a gente!
- Seja qual for o resultado de hoje, só ter aprendido esses itens acima, já nos faz campeões apaixonados pelo samba e pela vida. Claro que eu quero muito cantar esse samba na final, em Oswaldo Cruz, na Portelinha! Mas os fatos da vida não ensinam só pra mim e felizmente tem gente e coisa boas correndo atrás, como nós. Por isso o coração bate na boca mas ele tá tranquilo porque fizemos com alma e nos dedicamos com todo amor que temos!
SEGURA POVO, QUE O ARAME VAI PASSAR!
O MENINO SONHADOR VAI BRILHAR NA PASSARELA!
E ele sintetiza o sonho e a luta de todos nós!
Salve Jeronymo! Dodô! Patrocínio!
Salve o azul e branco do Arame e da Portela!


Uma experiência inigualável

A imagem pode conter: 6 pessoas, incluindo Rozzi Brasil e Vanderlei Santanna, pessoas sorrindo, pessoas em pé


Uma experiência inigualável! Olho pra mim e me vejo satisfeita por ter tido a oportunidade de participar de mais esse trecho de tudo o que compõe o samba do Rio de Janeiro. Vai ter textão, esse é só o primeiro. No momento só posso dizer algumas das muitas coisas que aprendi recentemente:
- Não existe escola pequena.
- Nossa Cultura é grande, grande, muito maior que qualquer competição. Inclusive, ela só une. Se alguém se divide, precisa aprender um pouco mais sobre a cultura do samba carioca
- Um enredo bem escolhido chama, aglutina, dá volume ao trabalho da agremiação. Jeronymo Patrocinioo foi uma excelente escolha, sua trajetória rendeu sambas inspirados e lindos. Botou o GRES Arame de Ricardo diante de muitos que o tinha esquecido ou não o conheciam.
- Uma boa sinopse é fundamental para dar brilho à trajetória do homenageado, colorir a história que se vai contar e transmitir o conhecimento "pra geral".  Parabéns, Samir Trindade você fez isso muitíssimo bem!
- Participamos desse concurso levados pelo respeito às cores azul e branca, pelo reconhecimento ao tema do enredo - Jeronymo Patrocinio, para quem fama e sucesso não são equivalentes e cabem em Madureira, sem precisar de AP nos bairros badalados.
- Nossa parceria é nova em trabalho junto, mas certamente vem de uma amizade de outras vidas, tal a sintonia que desenvolvemos. Não somos os mais ricos e por isso mesmo tentamos preencher com talento, carinho e experiência de vida, amizade, respeito e sentimento de equipe todas as lacunas que a falta de grana produz. Agradeço sinceramente a quem vem com a gente!
- Seja qual for o resultado de hoje, só ter aprendido esses itens acima, já nos faz campeões apaixonados pelo samba e pela vida. Claro que eu quero muito cantar esse samba na final, em Oswaldo Cruz, na Portelinha! Mas os fatos da vida não ensinam só pra mim e felizmente tem gente e coisa boas correndo atrás, como nós. Por isso o coração bate na boca mas ele tá tranquilo porque fizemos com alma e nos dedicamos com todo amor que temos!
SEGURA POVO, QUE O ARAME VAI PASSAR!
O MENINO SONHADOR VAI BRILHAR NA PASSARELA!
E ele sintetiza o sonho e a luta de todos nós!
Salve Jeronymo! Dodô! Patrocínio!
Salve o azul e branco do Arame e da Portela!

3 de mai de 2018

DE CÃES E GATOS

Resultado de imagem para cão e gato



Desde menina me dá uns trimiliques assim de ficar de "saco cheio" de um monte de coisas e aí dou uma isolada. Tive a fase ir para o cinema meio que compulsivamente, me enfiar em museus às vezes vários num dia, enfiar a cara num livro daqueles bem volumosos tipo romances da literatura russa. Tive a fase de me matar de trabalhar, produzir, criar, inventar e fazer faxina daquelas que a gente limpa o que está limpo e reordena o que já está arrumado.

Quando eu era bem criança dava de conversar com os cachorros da casa que ficavam lá meio isolados com a tarefa de cuidar da casa latindo para os que se aproximassem do portão.
Naquela época achava os cães mais compreensivos que os gatos, pois esses viviam passeando, soberbos esfregando sua liberdade na cara da gente. Chegavam em casa pra dormir, comer e às vezes pedir um carinho que a gente tinha que dar mas que quando eu queria fazer nunca aceitavam. Tinha que ser tudo na hora que eles queriam Mas nunca consegui ignorá-los. A beleza e o charme felino sempre me atraíram irresistivelmente. Aturava então as manhas e manias, mas sabia que quando a barra pesava era o cachorro que ia me ouvir. Sentava-se ereto, atento. Diante de alguns assuntos dobrava uma orelha, balançava a cabeça e as vezes até "falava".

Muito melhor ser compreendida pelos bichos do que incompreendida pelas pessoas. O cão amarrado tinha tempo pra mim, nem por isso cresci achando que deveria prender as pessoas para ter companhia, até porque, tenho uma natureza muito felina pra prender alguém.

30 de abr de 2018

A NOSSA HISTÓRIA NÃO VAI COM A GENTE














Breve.
Meu PC ta ferrado,
Todo desmontado
Em cima do armário.
Tenho planos de vendê-lo.
Sei lá como fazê-lo
Minha mãe sempre dizia:
A pior coisa do mundo
É fazer freguesia.
Mas nunca atendia
Vendedor de porta-em-porta
Mensagem decorada
Hoje não sei vender nada.

Estou indo morar na minha antiga casa.
Lá não tem telefone e nem TV.
Imprimi nas coisas, coisas nada a ver.
São quase 3 anos fora de casa
Batendo asa
Tentando fazer o coração dar certo.
Sem família por perto
Tentando ficar ereta,
Tentando a coisa certa,
Tentando fincar o pé,
Catando onde deixei minha fé
Caçando algum chão depois da ventania.
Mania de insistir no que nem se queria
Teimosia
Acabar o que comecei

Não tenho pena de mim,
até acho que é bem feito, sim
Quem mandou eu ser intensa?
No amor tem gente que sente
E tem gente que só pensa.
Só vai na boa:
Dinheiro, carro e um bom endereço
Gente assim que no amor bota preço
Que se amarra numa sedução
E amar de verdade? Ama. não.

Sou diferente,
Sou igual a quem é igual a mim
Mas na vida a gente
Não encontra só gente assim
A gente que ama,
quase sempre se engana
A vida é muito sacana

Quem mandou não ter segredo?
Se jogar num sentimento sem medo?
O amor  que pra uns é fogo
Pra outros é só mais um jogo.

Um dia e a gente se sente perdida.
A genteentende que perdeu
A gente percebe que se perdeu.
Tentou mas não deu.

Já me senti fracassada,
errada,
culpada,
feliz,
irada,
E isso não tem nada de mal
mas estar perdido é perda total.
Não tem seguro que pague
Não tem borracha que apague.

Tenho medo de me achar,
O que preciso fazer não quero,
Queria mesmo era ficar
Preciso ser bem ser sincero:
Não tenho coragem.
Devo ser meio masoquista:
Estou sofrendo e acho que vai passar
Não consigo ir, porque quero ficar
Tenho medo de me arrepender
Fazendo o que não quero fazer
Nunca tenha me arrependi das minhas partidas.
Mas vamos combinar? Odeio despedidas
Fico assim nesse vai, não vai
Tenho alma de criança pobre,
qualquer coisinha me distrai.

É uma ferida que me abriu na cabeça
E dói rasgando o coração.
A boca sorri, de tristeza sou avessa
Minha alma pateta diz não, não, não

Há muitos anos fiz um poema de rimas doídas:
A noite chicoteia e o sol trata com sal as feridas.
De lá pra cá nada mudou. Tudo continua sendo
O sal é sal, o sol continua queimando, tudo segue ardendo

Passamos a vida inteira nos deparando
com os mesmos fatos
Aprendendo a ir com eles lidando
Até que consigamos mudar nossos atos
Se não muda, não "rola"
Nãos saímos da escola

Já comprovei, provei.
A vida é repleta de rituais,
(Tem manual, nada demais)
mesmo para os descrentes,
(principalmente para os valentes)

Preciso criar o meu ritual de dar no pé sem despedida
Porque é assim que é na vida
Não tem olá quando se chegamos
Não tem tchau quando nos vamos

Rituais que marcam de forma solene as trajetórias
de modo que nos lembremos depois, com orgulho ou não,
Sem saber uma vírgula, temos que escrever nossas histórias
Nossa história  não vai com a gente,
Ela fica com quem nos guarda na mente.

E a história só é sua porque você a viveu
Mas e o argumento? Quem foi que te deu?

16/11/2007

Amores chegam quando estamos a fim


Às vezes as pessoas entram na sua vida e você não sabe o que dizer. 
Desejam ocupar um espaço que você não tem e não sabe o que fazer.
Acho que passamos por coisas que nos ferem o coração deixando-o inchado, o peito fica apertado, não dá para acomodar emoções novas.
É questão de tempo, mas vai saber quanto será necessário...
Pra ajeitar gavetas, arrumar o armário de tudo que guardamos?
Quem chega fresco na nossa vida, não tem noção do nosso tempo.
Nem adivinha que o talento para sorrir pode ser proporcional
ao tamanho da necessidade de sorrir como se tudo fosse normal,
à tristeza da dureza dos espinhos que se tem a enfrentar.
Existem pessoas que chegam como amores e ficam como primavera
Mas tem gente que é sol ardente sem espaço para chuvas,
Como dizer a elas que estamos no inverno?
E quando o sol se abre e arde, 
já é tarde.
Do meu outono, recolho as folhas
Nas minhas mãos, ficaram as bolhas
de um trabalho árduo, pesado
de um coração que se tornou calejado.
Coração mais velho que o corpo de uma alma mais velha do que tudo.
Não me iludo,
Amores chegam quando estamos a fim,
não sendo assim, é somente fim.

28 de abr de 2018

NATAL

Fico lendo as coisas, ouvindo as pessoas e penso umas coisas meio doidas.
Natal não era professor mas fez do Jeronymo Patrocinio o primeiro bailarino do carnaval. Não era maestro mas fez da Tia Surica a primeira intérprete de samba de enredo campeã na avenida. Acho que não era compositor, tenho certeza que não era musa inspiradora mas proporcionou que Paulinho da Viola compusesse uma das suas pérolas mais lindas. 

27 de abr de 2018

FELIZ PORQUE NÃO TEM OUTRO JEITO














Hoje amanheci feliz.
Apesar de não ter o que quis.
Apesar de não chegar onde precisava.
Uma parte de mim me acalentava.

Amanheci feliz apesar da violência,
da tendência,
sofrência,
negligência.
Sorri pra tolice,
burrice,
breguice...
Resignada disse amém,
Tudo isso, quem sabe,
esteja em mim também.
Hoje amanheci feliz,
Tão-somente,
sem motivo.
Sem felicidade não vivo.
Ela não é de verdade
( Talvez ansiedade )
Mas não é mentira.
Só um artifício -
sem sacrfício.
Sem isso a cabeça pira.
A tal da resiliência
que a mente fabrica
no auge da carência.
Tem que ser assim,
Pegar esse monte de bosta,
tentar fabricar estrume pra'quele jardim,
que sei resiste, dentro de mim.

21 de abr de 2018

QUANDO SE ESTÁ POR CIMA


SE A GENTE ESTÁ ACIMA DAS NUVENS, NÃO CONSEGUE VER O MUNDO. Ainda assim, é uma bela visão, esse tapete de leveza. Mas como é que Deus ve a gente? 
😲😒

É tanto tiro no pé...


É de se lamentar que o inicio deste sepultamento venha justamente por intermédio da escola que se diz de Resistência e apontada como "a escola dos enredos bonitos". A cada compositor imperiano, dos baluartes aos que sonham, minha solidariedade.
Lá vem as escolas mais uma vez se descaracterizando, mudando no carnaval o que por ser sua gênese e pilar não deveria ser mudado.
É tanto tiro no pé...

20 de abr de 2018

17 de abr de 2018

Obrigada por ter dado à minha vida sem graça, tanta graça de melodia

                                                         
       Eu era bem jovem e os meus sobrinhos não eram muito mais novos que eu, como ainda não são. Eu sempre curti levá-los ao cinema porque tinha para com crianças uma paciência para as coisas que ninguém lá em casa tinha. Lembro que fomos assistir Bernardo e Bianca dos Estúdios Disney, num tempo que desenho animado não era chamdo de  "Animação", não tinha volume, não existia 3D, era só desenho animado mesmo.
De toda a história do Bernardo e Bianca, foi a cena final que nunca me saiu da cabeça. Bernardo abraçado à bianca, depois de duas horas de peripécias, olhavam o céu azul noturno onde luzia uma linda estrela e surgia a frase inesquecível:
"Está vendo aquela estrela? Ela a fé. A fé é como um pássaro azul,muitas vezes não o vemos mas sabemos que está lá fazendo as coisas ficarem certas".
Daí, que há pessoas que são como essa estrela, como esse canto desse pássaro, a gente precisa saber que estão lá para que tudo esteja certo.
O consolo não é apenas aconchego contra o desespero, mas também um alívio pra dor porque saudade dói, o vazio das noites em nuvens assusta, ainda que as coisas estejam certas. Que nos console a melodia da voz doce desse pássaro negro, lindo de canto verde e alma alva.
Tiê, tiê, olha lá oxá!
Tiê, tiê, olha nós que ficamos cá.
Eu sei da bênção nossa e dela por sua vida plena, sua melodia vasta, seu sorriso lindo, seu querer demais além do concedido no seu tempo. A realização dos seus sonhos, a transformação das pedras nos caminhos em relva doce, fresca, macia. Sua alegria e seu carinho. Eu sei, mas meus olhos não secam nem adoçam, estão inundados de mar. Vai passar e o bom é que o melhor vai ficar.
Eu era muito criança e ainda não tinha sobrinho, meu tio às vezes fazia seresta, samba e chorinho na varanda ao contrário lá de casa. Eu era tão criança que não conseguia ainda entender Candeia, mas gostei de música, fui feliz por entender tudo no dia que alguém cantou: 
"Sonho, meu! Sonho meu
Vai buscar quem mora longe, sonho meu...
Vai mostrar essa saudade, sonho meu". 

Não foi a família portelense que me deixava em casa porque eu era criança demais, o que me levou pro Império assim que eu pude fugir para algum lugar... Foi esse tanto de melodia que eu entendia e aplainou meus caminhos com seus lara-laiás. E no final de tudo a gente cresce perto do que nos traz a alegria e a paz. 
Dona Ivone Lara, foi sempre colo e alegria e a ave se faz estrela de verdade para que tudo fique certo. 
Obrigada, rainha imperiana. Obrigada!
Essa porção de mar a inundar os olhos e sonhos meus, vai passar. Mas por enquanto deixa ficar. 
Obrigada por ter dado à minha vida sem graça, tanta graça de melodia. Dá um beijo no Seu Délcio, tenho saudade dele também.
Obrigada!

15 de abr de 2018

ELA PENSAVA

Acho que ela pensava que eu fosse mais rica.
Acho que eu pensava que ela gostasse
mais de conversar
Ela gosta de birita
De papo no bar
Eu também gosto
Mas aposto,
Não é comigo
Que ela quer ficar
Ela não sonha e gosta de se preocupar.
A gente se rima
mas não se combina
E a gente se afastou
Mas a gente não acabou
É só um traço-de-união
Que junta separando
o coração...

14 de abr de 2018

MEU PRIMEIRO SAMBA ENREDO

Quando se está num estúdio de gravação o mundo para. É melhor que seja assim.
Ali, o compositor, a sua música tomando a forma que no no seu sonho irá encantar muita gente.
É ali, um certo pedacinho do céu.
Não se pensa em fama, mas na qualidade que por si só é sucesso.
É ali que sem muita teoria a gente sente que faz arte, é ali que o sonho toma forma em comunidade e acontecem atos comunitários, transmissão de conhecimentos, respeito ao saber alheio e se tiver uma figura incensada ou admirada mas acima de tudo competente pra "botar a voz" esse encantamento se multidimensiona e a admiração cresce com o fermento da certeza de que se está com um artista de verdade. 

Obrigada, Bruno Ribas Samba por ter entrado em cena hoje com a gente!
Hoje, eu - praticamente um rato de estúdio pelas minha multitarefas, principalmente a de registrar o registro, tive uma experiência inédita e como toda estreia, foi emocionante. Pela primeira vez meu nome estará "escrito" num "som". É demais para quem vive de palavras, ouvi-las em melodia! Que as boas energias iluminem esse caminho. Isso me basta.
Obrigada Vanderlei SantannaCatia Guimarães, gente cheia de estrada, por essa oportunidade de compartilhar o talento de vocês!

12 de abr de 2018

MEUS AMIGOS CARIOCAS











Meus amigos cariocas tem cheiro de poesia,
vozes de rima, olhar de samba-canção.
Riem com os lábios,
Choram com o coração
São poetas natos
De versos insensatos
Alegria sem fim
no meio desse mundo chinfrim
Não me dão nada
Mas se doam quase inteiros pra mim
Eles não sabem do que eu preciso
Eu os engano com o meu sorriso
Eles dão seus sorrisos sinceros pra mim
A gente fica bem assim
A gente se faz feliz desse jeito
Carregando cada um
Sua inspiração no peito.
Tem gente de olá
Tem gente de como vai
Tem gente de mas... Mas?
Tudo o que a gente busca
É um tanto qualquer de alguma paz.

9 de abr de 2018

CONCURSO PÚBLICO PARA SER POLÍTICO


1) Existe uma lei de obrigatoriedade do cinto de segurança, mas as vans estarão liberadas para transportar passageiros em pé.
2) As vans substituirão as linhas extintas o que significa que a população vai continuar sem ter condução, pois sem fiscalização os motoristas só andam com carro cheio, no horário que eles querem trabalhar, param a cada meio metro, atravancam os pontos de ônibus e se não tem passageiro, trocam o itinerário na maior cara de pau.
Já tô achando que político tinha que fazer concurso como os funcionários públicos, evitaria esses tontos que não sabem nada, não conhecem nada e só fazem coisas que não adiantam nada! E ainda tem o Crivella com essa cara de morto-vivo, fantasma sem ópera..
Não merecemos!
3) Cadê as merdas dos ônibus? Foram pra sucata?