30 de dez de 2016

FOI UM ANO MESTRE, NÃO MASTER

Uma coisa é viver outra, sobreviver. Uma coisa é viver as coisas outra aprender com as coisas que vivemos. Aprender é diferente de descobrir que é diferente de entender e embora tudo isso envolva o sentir, sentir não basta. Às vezes a gente sente que não deve sentir determinadas coisas e a alternativa é evitar dar importância aos sentimentos que não constroem. Neste aspecto 2016 foi um ano professor e eu vou terminando esse ciclo sentindo que começo a me tornar uma boa aluna.

Eu sou uma pessoa de posições bem definidas, palavras nem sempre doces, intensa, tensa, visceral, e cheia de sentimentalidades e tudo isso me soava como defeito porque eu não sabia o que fazer com quem estivesse no lado exatamente oposto. 2016 me ensinou que não se faz nada com os opositores, arrumar nossa casa, jogar bem, fazer a nossa parte é o que os mantêm respeitosamente distantes

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