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1 de jun. de 2018

PARA LEMBRAR DE ESQUECER


Te vejo de cara com o sonho
Com cara de sono
Imersa na preguiça de viver
Uma prece pra um santo
Um sorriso com ares de pranto
E o jeito de saber o que fazer

Éramos dias repletos de madrugada
Tínhamos a pele dourada
Pelo sol daquele mar
Tínhamos inocência
Alguma coerência
Mas deixamos estar

Não fui eu, o amor que pretendia
Mas guardei o que sobrou
daquela chama que ardia

Não sei o que foi feito da gente
Só sei que depois de um tempo
Tudo o que resta
É andar pra frente

Ninguém planeja a vida
Esse caderno grande
Onde se anota esquecimento
Pra lembrar de esquecer

18 de jun. de 2017


Prazeres engarrafados, 
alegrias tabeladas,
Sorrisos precificados...
Esperanças congeladas
E o que se diz?
Sem isso ninguém é feliz.

17 de jun. de 2017

Desprezo à Liberdade

No fundo, no fundo, todos desprezam tanto a liberdade quanto aqueles que mais próximo dela chegam.
O ser humano gosta de ser prisioneiro, de arrastar suas correntes e conduzir seus múltiplos chifres.

15 de jun. de 2017

RECIPROCIDADE

A certeza de ser agregadora, parceira, alguém que dividindo multiplica e se empenha em plantar coisas boas. Procuro não dar atenção se todo mundo age diferente. Minha mãe me dizia: "Você não é todo mundo". Não,não sou e jamais serei. 
A arte de sorrir cada vez que alguém me diz não, me puxa o tapete ou só se lembra de mim quando converte minha presença em valor de uma entrada, é algo que hoje tiro de letra. 
O "Samba Independente dos Bons Costumes" é a materialização desse amor à vida a despeito da reciprocidade

O TEMPO


7 de jun. de 2017

O PREÇO DO QUE NÃO SE COMPRA MAS SE ACEITA




A incompetência, acintosamente manda a conta para nós, cidadãos brasileiros, povo do Brasil. Pagamos e muito caro por jamais termos rompido a inércia, por nunca termos promovido a ruptura com o colonialismo, o feudalismo institucional. Pagamos por termos comemorado a Abolição da escravatura, sem termos deixado de ser escravos, libertos sem reconhecimento pelos serviços prestados às riquezas constituídas de roubo, farsa, morte, sangue e hipocrisia.
Pagamos pela ignorância da preguiça ou incapacidade de pensar pela própria cabeça e acatar os desmandos dos políticos que se sentem patrões, agem como reis nababos porque assim o vemos, dessa forma os aceitamos, esse poder conferimos a eles. A insegurança ou o medo de decidir, a incompetência de pensar, lutar ou reagir, nos fez entregar a qualquer um as decisões mais importantes das nossas vidas. Aceitamos como se fosse normal não sermos protagonistas das leis que regem nossa sociedade.
Temos funcionários mal formados, péssimos profissionais, gente que a honestidade só dura o tempo em que falte oportunidade de se praticar o ilícito. Temos bons profissionais, dedicados, idealistas que não nos convencem pela competência porque damos mais valor à marca do tecido, ao corte da roupa e do cabelo, à cor da pele, ao gênero, à elegância externa - "por fora bela viola, por dentro pão bolorento"...
A gente sabe que no comando estão os corruptos e a gente não faz nada a não ser assistir e ainda acreditar no que dizem na TV. Como se não fosse do nosso lombo que saem os pagamentos disso tudo.
A gente já viu que religiosos no poder misturam as coisas todas, facilitam pro clero, pro bispado mas a gente não se importa. 

A gente vê manifestantes e lutas de classes e ainda que seja a nosso favor, a gente não luta, não apóia, nem se abate e ainda critica. Se condói pela vidraça quebrada do banco, aquele mesmo banco que não deixou você abrir uma conta porque seu salário é ridículo, porque você não tem holerit, porque você tem jeito de pobre e é pobre mesmo, porque você é preto, nem é famoso. Aquele mesmo banco que apita e tranca a porta giratória porque você é mal vestido. E te humilha te fazendo ir e voltar e colocar todos os seus parcos pertences, até aquele
celular ainda não pago pro guarda olhar com cara de tédio e nojinho.
As universidades públicas, as únicas que nossos filhos poderiam estudar, estão um lixo e a gente fica achando que não é problema nosso. Que greve é preguiça de professor. A gente não se importa que o dinheiro da manutenção esteja todo nos bolsos, nas malas, nas contas de políticos vagabundos que nunca trabalharam pra valer. Viraram políticos pra não ter justamente que trabalhar.
A gente está tão egoísta que acha que pode ser bom ter no comando do país um homofóbico, racista, religioso de araque que tem irmão mamando nas tetas públicas; e o filhote dele no governo do estado. A gente nem percebe que eles ganham simpatia porque falam mal de pobre, de preto, de gay e desconsideram a mulher como gente.
A gente não faz e ainda fica puto com os que tentam fazer. A gente aplaude a continuidade da ditadura que nunca se foi e ainda expandiu suas formas de tortura e seus torturados. Ela não precisa mais de quartéis e porões.
A gente só perdeu nessa coisa de só ter transição em detrimento da revolução.
Aplaudimos nosso pacifismo porque não somos violentos como os estrangeiros e não vemos que matamos muito mais, aos poucos, na unha, permitindo que o preconceito retire a cidadania, o status de pessoa de alguém que de vítima, passa a ser simplesmente alguém que merecia a tragédia que sofreu.
A gente virou hiena? Tá rindo de quê?
Por quê, Brasil?

5 de jun. de 2017

ONDE DEUS MORA



Toda vez que vôo uma certeza se me confirma:
Deus, existindo, mora dentro da gente. 
Porque tudo fica muito pequeno lá de cima...

4 de jun. de 2017

A SOFRÊNCIA NÃO E ESCOLHA UNIVERSAL DA JUVENTUDE

Considero Tia Surica Da Portela um fenômeno. Ponto. E acho uma maravilha os jovens que vem se voltando para ela com muito respeito e admiração. Eles têm em mãos as mídias alternativas e enxergam que o samba é a alternativa, que os bambas não envelhecem. Admiro a sede de conhecimento dessa galera e a vontade de estar no contexto cultural juntinho com a nossa perene tradição. É lindo isso. Não acha, não?

Na Associação A Rebeldia na comunidade Alto Vera Cruz, Belo Horizonte:

No Samba Independente dos Bons Costumes, Praça Tiradentes, Rio de Janeiro:

Como disse Pedro Manhães, líder do grupo Samba Independente dos Bons Costumes, após participação de Tia Surica no projeto que tem o mesmo nome:
"Tia Surica, botou todo mundo no colo e levou!"

Entusiasmado, o musico, 24 horas depois do evento ainda não cabia em si. Pensa que deveria ter dado um intervalo depois da participação, mas colhidos pelo furacão Surica, seguiram tocando e rindo com caras de bobos, mesmos.

Foi arrebatadora a cantoria que a pastora portelense ofereceu, carregou geral que não desgrudou da roda. Creio que esses jovens nunca viram algo assim, acostumados a correrem atrás do samba de raiz pra curtir num mercado entupido de pagodinhos insossos, corridinhos com umas vozes gritadas no melhor estilo sofrência atual . 

Acho que além da faixa de Matriarca da Portela, Tia Surica merece mais uma, a de embaixatriz da Portela, do samba, de Madureira, daquelas coisas "goiabada cascão em casca, é coisa fina que ninguém mais acha". Que bom que nós achamos e além de um público que se diverte vimos um público encantado!
Essa é uma das tônicas do Samba Independente dos Bons Costumes, levar samba carioca para os cariocas.
Foi lindo, lindo e inesquecível.

 Antes, Tia Surica vai receber Moção Especial de reconhecimento Cultural pelo mandato do Vereador Reimont e iniciativa do Departamento Cultural da Portela, em sessão solene na Câmara de Vereadores do Município do Rio de Janeiro, às 18h

13 de jun. de 2016

SANTO ANTÔNIO

Santo Antônio é tido como santo casamenteiro. Eis que o país está na crise, todo mundo diz que está sem dinheiro, os noticiários falam de uma população de endividados. Daí que, acho que o ibope do casamenteiro hoje lá na Carioca, estava maior que o da "Santa dos Endividados". :P
O povo quer é casar, minha gente!

No sincretismo religioso carioca, Santo Antônio é Ogum Xoroquê. Aquele que é meio orixá, meio Exu. Tem metade dia, metade noite. Um guerreiro. 
Faz sentido, certos casamentos são uma guerra e quase todos tem lá suas estratégias e guerrilhas.

13 de jun. de 2015

Dúvida de Infância

Hoje é dia de Santo Antônio. Santo católico de linda história e que no sincretismo afrorreligioso configura-se como Xoroquê (como era na África nas terras de Gêge) ou Ogum Xoroquê como a entidade africana passou a ser chamada por aqui.

A figura representativa de Ogum Xoroquê é forte. Sua imagem é metade Ogum, metade Exu.
E por que eu estaria registrando isso aqui?
Porque talvez, não saiba muito sobre essas coisas,  em profundidade, mas percebo que sei um pouco mais que alguns amigos que fora da esfera religiosa, tem interesse pela mitologia africana.

Percebo que toda vez que se fala de africanidade, os ouvidos entendem "religião" e eu não entendo dessa forma. Não é por ser originário da África que obrigatoriamente tenha que ter sentido religioso.Uma coisa que sempre me deixou encafifada é que na escola, ainda no fundamental, quinta série, eu tive aulas que abordavam a mitologia grega  com avaliação à vera, valendo nota.
Nunca entendi porque não tive aula de mitologia africana, já que grande parte da nossa cultura recebeu contribuições e influência dessa nossa matriz cultural.

Voltando ao Ogum Xoroquê que sincretiza com o santo de hoje, Santo Antônio e também com São Jorge. Ele é uma entidade, Orixá que chama atenção, por ser dúbio.
Tem dois lados, o que siginifica que ele trabalha em dois polos energéticos, negativo e positivo ou como dizia minha avó: "na sombra e na luz". Não significa que ele tenha duas caras ou que seja duas pessoas.

E antes que eu me esqueça, Exu não é diabo, da mesma forma que Ogum Xoroquê não é Santo Antônio. São originários de culturas distintas. Não esqueçamos que na Nação ( termo que designa a origem dos rituais praticados nas casa de Candomblé) os Orixás são as próprias forças da natureza, nunca tiveram existência física, experiência carnal. Não nasceram e reencarnaram, a esses seres a Nação chama "Egun".Assim, quando ouvimos uma lenda sobre certo Orixá, informando que Xangô (o trovão)  casou com Oxum (as cachoeiras) lembremos da mitologia greco-romana, na qual deuses desciam do Olimpo para se relacionar com humanos gerando semi-deuses, sentindo ciúmes, provando o sabor da ira, castigando com rquintes de crueldade.E aí me volta o encafifamento da infância: Romanos e gregos podiam e a africanos não podem só porque são pretinhos ou porque foram escravizados?  Pergunta ridícula, não? Porque p preconceito é ridículo. Pense nisso.

5 de jun. de 2015

FEROZ

(Clarice Lispector)

Às mordo...

Outras escondo-me.
Jamais sigo a manada
Se ela não sabe para onde vai
Se ela não sabe por onde ir
Se ela não sabe como vai.
Não sigo nem acompanho
Se não me diz o que busca
Se jamais me contou,
o que encontrou.
Não sigo nada nem ninguém
Que não saiba contar-me sua história
Mesmo que sem glória,
Apenas história é o que vamos daqui levar.
- - -
Sou mansa, mas a minha função é viver feroz.
Sou mansa mas na minha função,viver é feroz
E por fim:
"Sou mansa mas minha função de viver é feroz!

27 de jan. de 2015

"EU NÃO SOU DIFERENTE, OS OUTROS É QUE SÃO IGUAIS"...


Posso ter defeitos, viver ansiosa e ficar irritada algumas vezes, mas não esqueço que minha vida é a maior empresa do mundo e que posso evitar que ela vá a falência.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da minha alma.
É agradecer a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um "não".
É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.
Sei que o mundo aqui não é fácil, não é os dos mais justos, compreendo!
Mas mesmo assim não me faltam "tintas", as empresto para quem quiser

13/06/2013


3 de ago. de 2014

FRASE

Todos os dia eu peço à Vida*, que jamais aconteça de eu pensar pequeno, que jamais tenha "crise" de mesquinhez, porque é apenas isso o que não permite que sejamos grandes!

* Vida, pode ser substituída por Deus, por aqueles que acreditam nele
30/07/2014

30 de jun. de 2014

CARA de PAU

Domingo... Preguiça, cansaço de sábado, e fadiga antecipada pela segunda.
Muito lixo na TV, Costa Rica X Grécia não contribuíram hoje tanto assim. Domingo é dia de pegar leve, buscar carbo hidratos, ficar com a família, lavar o carro, passear com o cachorro, dar aquela moral pro gato.
Mas aí, vejo numa propaganda partidária, o Garotinho falando da péssima situação dos hospitais, como se na gestão dele tivesse sido melhor. É muita cara de pau!
Depois, na sequencia da propaganda, acho que um direito de resposta, uma nota de esclarecimento dizendo que ele é fica limpa. Quanto a isso tudo bem, se até dinheiro sujo se lava, a ficha acaba sendo fichinha.
Às vezes é complicado salvar o domingo

Pois é...

E quando eu vi a foto de pelo menos  uns 15 considerados, estimados, apreciados e queridos amigos ao lado da presidenta, à esquerda de Duda Passos e Yete por ocasião da inauguração da mais um trecho da Transcarioca tremi. gelei, meu coração descompassou....

A Transcarioca não é boa para quem mora e trabalha no próprio bairro. Também não é boa para quem tem dificuldades motoras, está carregando um bebê no colo, sente-se mal e não pode tomar um táxi a partir da sua casa. Alguns novos pontos de ônibus estão  mais distantes do que os antigos. Motoristas quando param nesses pontos antigos, que não mais vão parar ali, pois "o ponto agora é lá na frente". E na foto da inauguração vários idosos que (felizmente) não precisam andar de ônibus.
Sacanagem!

29 de jun. de 2014

Não É Fácil ser Brasileiro

Quantos anos tem o Neymar?
Não sei, sei que depois de ontem entrei pro fã-clube.
Ele me parece um garoto.
A mídia o mima, as mulheres o cercam, os fãs babam ovo, ficou rico cedo, ficou famoso cedo, tem namorada global, parece que não tem vida própria,não consegue dar um passo sem holofote.
Joga muito, tem muito talento, poderia ser um mimado. Não é. Chama pra si a responsabilidade e o seu choro nas oitavas, ontem contra o Chile, deixou claro que ele sabe que carrega o peso de todos os olhos do mundo nas costas.
Não é fácil ser brasileiro, não é fácil ser um brasileiro bem sucedido. É que há o costume de desconfiar dos vitoriosos, de procurar falhas nos geniais, de se incomodar com o sucesso.

28 de jun. de 2014

Júlio Cesar



Velho, dizem uns.
Mão de alface, falam outros.
Flamenguista, é fato,  fazer o que?

acima de tudo Brasil!
Falo nada, curto muito!!!
E ainda por cima, um gato!


A TERCEIRA PESSOA, O POVO BRASILEIRO e a DIVERSÃO

Não foi a copa que nos trouxe nossos problemas. Não seria ela que os resolveria. Pessoas falam mal da gente, elas são A Terceira Pessoa. Nós somos O Povo Brasileiro e por isso somos burros, não sabemos votar, somos negros, sem modos, excessivamente sensuais, e iletrados, não sabemos votar e pela fome que A Terceira Pessoa não nos mata, nos vendemos por qualquer prata. Já trocamos votos por camisa, por emprego e até dentadura. E por brasileiros que somos não merecemos vitórias ainda que no futebol.
Não devemos ter direito ao carnaval.
Não podemos manifestar nosso samba que é coisa de crioulo desclassificado. Desde o tempo da senzala tem sido assim. Construímos o país somos escravos e não temos direitos, punidos pela educação que não recebemos, expatriados, excluídos na pátria que não escolhemos.

Aceito que sejam contra a copa, não aceito discurso dos brasileiros ricos, mestiços omo qualquer outro brasileiro, apenas com mais dinheiro,que se eximem da brasilidade para poder falar em terceira pessoa, mal de quem constituiu sua vitoriosa trajetória. Tudo isso é uma hipocrisia!

Eu sou Rozzi Brasil, nem negra de todo eu sou, mas sim mestiça de tudo. Torço pelo Brasil, gasto o dinheiro que não tenho nos projetos de uma Ong que ajuda brasileiros sofridos que são esquecidos ou apenas ignorados pelos políticos, pois as Ongs existem para isso.
Torço sim, pela Seleção Brasileira de um futebol que se tornou nosso e vou pras festas alternativas de samba porque tudo o que é brasileiro e faz sucesso, vira um produto rentável, lucrativo admirado pelo mundo, gerido pelo governo e parcerias que nos exclui.
A ditadura não se apropriou da Copa, não será a triste Dilma que o fará.
Que aqueles que falam na terceira pessoa do singular, não sejam os capatazes que nos impedem a diversão. Ralamos pra cacete, pagamos caro por tudo, temos direito a ela, diversão, exercermos nossa própria cultura.
Culpem os culpados, nos ensinem e dividam seus luxos e educação com a gente antes de falar de nós...
Estou sim indo torcer pelo Brasil.
Indo fazer em público o que você só faz escondido sem opção: ser brasileira!



 Escrevi esse texto no celular, dentro do 601 Taquara - Saens Pena, indo assistir o jogo lá no Rival Petrobras. A foto é do local que eu estava ao final da postagem.

27 de jun. de 2014

O que não Vira Rotina, Deixa de Existir

Ando assim meditando sobre aquelas coisas que de tanto que circularam pelos meus ouvidos e frequentaram tantos lábios perdem o impacto, não viram rotina, permanecem adormecidas ainda que sejam verdades plenas. (Rozzi Brasil)

26 de jun. de 2014

GATOS

foto: Cora Ronai
Quem ama gatos sabe o porque dos lindos serem chamados assim e as lindas também.
Ser gato transcende a beleza. É questão de charme, de estilo de sensualidade sem perder a marca infantil da ingenuidade. 
É ser curioso sem ser enxerido.
É por graça em cada gesto.
Pessoas que amam gatos são seres especiais, onde o amor não transita na estrada da subserviência e a lealdade ultrapassa a fidelidade.
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PS.:Amo gatos e cães também, mas prefiro a discrição e independância dos felinos