Na boa? A gente tem um governo que não auxiliou em nada os trabalhadores. Num momento de pandemia, exigir projeto para poder remunerar? A gente precisa de ajuda humanitária.
Pra quem chegou agora, Procuram-se Mulheres é um curta produzido numa oficina de audiovisual de nome #PorTelas que se propôs a ensinar cinema para pessoas periféricas, da ZN residentes nos bairros adjacentes à Madureira. Três filmes foram produzidos, #procuramsemulheres entre eles.
Nada mal
para um filme de estreia que ainda teria duas viagens internacionais para
competir não fosse a pandemia. Dos 70 ou 75 festivais onde o inscrevi, foi
selecionado para 64, recebeu 2 troféus e 4 menções honrosas. Pensando-se que os
festivais são disputa acirradíssimas, que o número de produções de mulheres ou
sobre mulheres aumentou imensamente elevando ainda mais o sarrafo mesmo nessas
competições específicas, foi um feito e tanto.
Um curta de
17 minutos, documentário que fala sobre a ausência de protagonismo da mulher no
Samba; no Festival de Santa Maria foi identificado como um "filme que
denuncia o preconceito/machismo das compositoras no samba", uma coisa que
não pensei mas que gostei. Protagonizado por sambistas que além de contarem
"os pedaços" que passaram, sugerirem soluções, mostram um aperitivo
do seu trabalho na forma como ocorrem as nossas iniciativas no samba: sem
ensaio por puros entraves econômicos.
#revolts #vaipassar #potencia #resistência #procuramsemulheresoshow
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| Dinho Santiago - crédito: Foto Rozzi Brasil |
Uma das
minhas primeira amizades na Portela, só que feita fora da quadra mas muito
debaixo das asas da águia. Primeiro foi no Orkut, depois na Feijoada da Tia
Surica no Rival. Onde eu ia o encontrava. MAM, MAR,Museu do Amanhã, Lapa,
Barra, Cachambi... A gente ria porque depois de nos conhecermos nos
encontrávamos o tempo todo. Éramos "ratos de samba", mais que isso:
Éramos trabalhadores do samba, eu adm , ele, músico e a gente corria muito
atrás, a gente trabalhava demais e trabalhava rindo. Rindo e zoando.
Ele. Menino
bonito, homem bom, sorriso encantador.
- Se o meu
samba cair primeiro vou pras Guerreiras, se o teu cair, vem pros Crias.
E a gente
ria. Gargalhava. Bebia. Samba Dos Crias era uma grande paixão dele.
Um coração
gigante.
O cara que
me fez aprender a gostar de caixa.
O cara que
ficava possuído quando tocava.
O cara que
parecia criança no meio dos seus brinquedos, ali com aquele monte de tambor à
sua frente e nunca, nunca deixava de fazer uma pose e dar um sorriso pras
minhas lentes.
- Ô Rozzi me
marca nessa foto, hein!
Obrigada,
Dinho Santiago por tudo! Aprendi muito com você, com sua generosidade, com a
sua alegria. A vida é assim, quando a gente aprende, parte, muda de tempo,
passa de ano, troca de mundo.
Vai na paz.
Vai tocando. Que meu pai te guie como sempre. Ver menos
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| Vanderlei Santana, Catia Guimarães, Rozzi Brasil, |

"Está vendo aquela estrela? Ela a fé. A fé é como um pássaro azul,muitas vezes não o vemos mas sabemos que está lá fazendo as coisas ficarem certas".Daí, que há pessoas que são como essa estrela, como esse canto desse pássaro, a gente precisa saber que estão lá para que tudo esteja certo.