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3 de nov. de 2017

AS PESSOAS NO BRASIL PENSAM QUE SÃO BRANCAS -

Não só mas também por isso, sou apaixonada por esse cara. Nessa vida, marcamos mas eu me atrasei um pouco, saltei na família errada, vim mais tímida do que ele e quando nos esbarramos por duas vezes, uma no calçadão da ZS, outra, em Vargem Grande/Recreio, eu fiquei mais gaga que o Gaguinho do Perna Longa, mais muda que uma girafa e aí, nem ele não me reconheceu, nem eu me apresentei. Acabou assim sem começar, a maior historia de amor de todos os tempos. Mas to marcando para a próxima reencarnação quando voltarei hétero, escrevendo um pouco melhor e completamente desinibida!

Me realizei vendo esse vídeo e praticamente gozo quando vejo a inveja que os bobos tem desse homem, como se ele
fosse meu! Vejam o vídeo, o final é ainda melhor!
(Rozzi Brasil)



"Nosso valor é miscigenação. As pessoas pensam que não são mulatas, mas estão fazendo muita coisa boa porque são mulatas. A miscigenação é o futuro da humanidade e o Brasil está adiantado nisso", declara o compositor e escritor nesse vídeo.

Numa entrevista rara, o cantor, compositor e escritor fala sobre racismo e a sua visão de Brasil. Segundo o artista, não existe branco no Brasil e é uma ilusão o brasileiro querer negar a mestiçagem nacional. Chico relata casos de racismo sofridos pela família. Ele conta que já foi vítima de piadas racistas por conta do genro, Carlinhos Brown, ser casado com sua filha Helena Buarque.
( Conexão Jornalismo)


16 de abr. de 2016

ARTE

Não existiria arte se não houvesse o sonho. 
Não existiriam artistas se as pessoas não sonhassem.
Há os que sonham por isso fazem arte, há os que aplaudem exatamente porque sonham.
A gente não deveria investir numa sociedade que se propõe a calar o sonho das pessoas...

2 de dez. de 2015

TRISTEZA

Tristeza é só uma alegria que não chegou ou ainda não aprendeu a sorrir. Emprestou o meu sorriso para ela na certeza que ela aprenderá,

18 de nov. de 2015

O SAMBA QUE SOBROU PRA MIM

 





O meu lance sempre foi samba, carnaval não chegou a ser minha praia, consolo-me feliz em ser boa na assistência. Não tenho a alegria/euforia descabida que não cabe em nós e vamos à avenida extravasar. Não tenho a desinibição necessária e as saudáveis necessidades que o carnaval exige. Ah! sim, quando eu não estava "na praia do samba" dei meus pulinhos, no Nevada da Barra e alguns outros clubes do bairro na minha fase áurea entre 25 e 35 anos. Sempre me fantasiava de executiva, só que de maiô e gravatinha e adornos na cabeça que sempre foram a minha paixão. Era prático.
O carnaval faz parte do samba ou pelo menos fez algum dia. Acho que em alguma vida passada estive dentre aqueles alijados para os confins, onde se reunir em torno da percussão era tudo o que se tinha para aliviar a angústia, a dor, as humilhações.
Assim, as escolas de samba me fisgaram pela vivência comunitária que eu nem alcancei nos moldes antigos e ficava imaginando como era no tempo que quadra era terreiro. Até hoje olho para o Monarco e fico imaginando ele, Manacéa, Lonato, e todos aqueles antigos reunidos, jogando uma conversa fora, mostrando a "primeira" pronta, faltando a segunda.
A musicalidade dos sambistas chegou até mim através das escolas, mesmo muito menina conseguia assimilar que as melodias de Dona Ivone Lara eram diferentes das melodias do Candeia, enquanto meu tio e seu grupo faziam saraus na varanda lá de casa. Aos 6, 7 anos de idade eu não compreendia os versos de Candeia e m. Como assim folha caída? Como assim pintura sem arte? Lembro que a batida portelense da Velha Guarda - que ainda não tinha essa denominação - me entristecia sem eu saber porque. Mas aquele "Tiê, tiê olha lá oxá" nem precisava entender, era mágico!
Quando chegavam o LPs das escolas de samba, dava pra perceber que o batuque da Portela era diferente do Império e nenhum dos dois eram iguais ao da Mangueira. A cadência me fascinava tanto que lembro de perguntar para alguém porque no Salgueiro se corria tanto pra cantar.
Mas nesse tempo, o carnaval já não era mais nosso. Já era caro além de complicado, ir pra avenida assistir. Minha mãe trabalhava no Hospital da Policia Militar e trazia naqueles tempos sem internet, quase sem tempo real as novidades que ela via. As decorações da Rio Branco começando para o desfile de bloco, a Presidente Vargas com a montagem das arquibancadas, depois a Antônio Carlos, depois ela chegando encantada porque passava pertinho dos carros perfilados ali no entorno do Teleporto, quando este ainda não existia.
Com tudo isso, começava a febre da "Disco Music" e foi ela que embalou minha adolescência aterrorizando nas rádios, cinemas, TVs, toda parte. Menos na sala lá de casa, que nas festas ainda se afastava o sofá para ouvir por diversas vezes o novo LP com os sambas enredo intercalado com os anteriores e às vezes misturado com os lançamentos da gravadora CID que trazia de volta gente que eu nem tinha conhecido, como Pedrinho Rodrigues além de muitas marchinhas onde eu reconhecia as vozes do grupo "As Gatas" umas 3 ou quatro coroas que eram onipresente nos estúdios da época e também no programa do Chacrinha. Eu gostava porque minha mãe gostava. Não sambava porque era tímida e meus irmãos zoavam.
Minha geração é meio que um elo perdido. Assistimos às mudanças e ouvimos testemunhos de quem viveu a "A Era de Ouro". Do vozeirão para a voz. Da cadência para a correria. Do malabarismo dos passistas pandeiristas e exuberância das mulatas e Maria Lata D'água para a procissão de alegorias, até que nos tornamos parte delas como engrenagens perfeitas. O final do bloco de sujos, que a minha mãe confeccionava umas máscaras engraçadas com fronhas de travesseiros e me vestia com os pijamas dos irmão mais velhos e muito maiores, mais meias enfiadas nas mãos e a gente ia mascarados em família dar sustos nas amigas de trabalho dela que moravam lá no conjunto da PM na Cidade de Deus, onde o bloco aumentava e íamos para a praça zoar. Desses carnavais eu gostava ele podia ser nosso.
Ainda bem que apesar de todos os filhotes esquisitos que o samba também teve, ele, o próprio, ainda pode ser ouvido e fascina os jovens que não se deixaram convencer pela melodia melosa desses "sambas melody apagodeados", lamentosos cantados por meninos todos com a mesma voz. Nem por uma calça skinny, boné e o balançar de suas próprias bundinhas com alguns holofotes. Eles não precisarão vender seus sambas, nem vender o samba. Eu confio!

16 de nov. de 2015

NÃO ADIANTOU SER EXPULSA DO PARAÍSO

"Toda cobra é silenciosa",  algumas até sorriem e chamam de amiga. Os dois tipos não  cumprem o que prometem e quando pedem desculpas é porque ainda não podem "se livrar" de você  e a qualquer momento vão morder mais uma vez.

Há pessoas que nos admiram tanto, que até gostariam de ser como nós. Para ter o que a gente tem, se aproximam ou simplesmente para comprovar publicamente que são capazes de ter uma amizade "da hora".
Um dia iremos perceber, que em nenhum momento elas deixaram de nos julgar, apenas para concluírem para si mesmas que são melhores e que mereciam mais da vida, provavelmente, algo que nós tenhamos e isso não significa que essas coisas desejadas por elas e de nossa posse, sejam realmente melhores do que as coisas que elas possuem.

14 de nov. de 2015

LIBERDADE, IGUALDADE, FRATERNIDADE

Fui dormir às 23 depois de um Rivotril inteiro - nas raras vezes que uso, parto em 4 - foi o nocaute que me coube diante das notícias vindas de Paris. 

Eu sinto no fundo da minha alma que a felicidade do meu ser está por lá e, às vezes vai à Barcelona passear. Acontece que sonhar em ser feliz em Paris é tão lugar comum que sempre prefiro calar. Percebi que amava aquela cidade quando notei que o seu céu não era tão azul como diziam e eu supunha,  ainda assim, meu olhos negros viam nele todos os azuis que eu conhecia e iam  enxergando  os melhores seres que eu já tinha encontrado, na minha vida, até então bem curta,  para bater papo.

"Liberdade, Igualdade e Fraternidade" é o que explodiram em Paris ontem.
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Aqui deveria ter uma foto minha bem antiga por lá, mas elas estão trancadas numa casa que é minha e eu não consigo entrar, o pensamento de ódio e dominação do que é do outro, infelizmente está disseminado por toda a humanidade.

13 de nov. de 2015

Tenta a sorte, quem sabe você gosta?

Um canal de samba, para o samba e pelo samba entendendo  o  samba   como  manifestação    da nossa cultura, englobando trabalho, diversão     e entretenimento, um conjunto de atividades que vai muito além de música repleta de saberes, sabedoria  e muitos sabores.
A nossa cultura de matriz africana que se sobrepôs, ganhou o mundo, nos une e iguala
Vamos falar do samba antigo e seus antigos que permanecem firmes e fortes. Mostraremos os mais jovens que tomaram para si o estandarte do samba de raiz mantendo-o saudável, vigoroso, atual, atuante gerando frutos e descendência.

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12 de nov. de 2015

PRO QUE DER E VIER


Às vezes, na nossa vida, as coisas não acontecem como imaginamos ou planejamos. Passei muito tempo pensando que fosse alguma falha minha no desenvolvimento desse planejamento, achava que talvez estivesse sonhando o sonho errado, desejando o que não era para mim. Bobagem!
Mais do que o foco naquilo que desejamos, é importante realinhar-se quando as coisas não saem conforme desejamos ou planejamos.
Tudo na vida é uma aprendizado, no caminho entre os sonho e sua realização estão as lições sem as quais, se chegarmos ao objetivo, não o aproveitaremos em plenitude. 
Se a vida parece nos "castigar" é porque não estamos "colocados" de modo a aprender a verdadeira lição.
Eu já fui uma pessoa um tanto ou quanto mimada no sentido de fazer bico quando algo dava errado ou, talvez apenas mais uma "reclamona", hoje, fui para o ensaio na Portela como desfilante e não levei câmera porque quero viver com toda a intensidade esses momentos com aquele povo todo e também planejei  fazer registros escritos, porque fotografados já fiz ano passado quando fui a todos os ensaios da Portela e não desfilei.
Enfim, que terminado ensaio tive oportunidade de estar com gente ótima, no camarim da escola, coisa chiquerésima. Para isso tive que romper a barreira de ser uma fotógrafa, naquele momento, sem câmera e usar o celular - do qual só faço reclamar - com a certeza que as fotos sairiam boas. Em certos momentos não há espaço para hesitação, ou a gente incorpora o caboclo Vai dar certo ou fica no canto lamentando o espírito do por que não.
Resumindo, a gente tem que lamentar menos, choramingar nunca e estar atento e sorridente para as oportunidades que não deixam de surgir. Caso contrário, elas surgirão e a gente vai seguir lamentando sem perceber que as tivemos.
Algumas fotos:



   


11 de nov. de 2015

A MÃO QUE BALANÇA AS REDES


As redes sociais são bem diferentes entre si, assim como o perfil do usuário. No facebook, rola o "jogo pra torcida". Tem que ter criatividade pra postar durante o mês enquanto não se tem A foto da refeição suculenta, no final dele. Ah, e nenhum constrangimento de ostentar o que dá pra mostrar que se tem...
O WhatsApp além de vir a substituir o telefone, herdou sem medo e inibição os trotes, gracinhas e piadas do extinto Orkut. Seus grupos são como aquelas festas que se vai pra "curtir uma diferente" e nela se fica falando sempre apenas com os conhecidos.
O Twitter é a trincheira dos que sabem dizer muito com poucas palavras, também é paraíso dos fakes de celebridades e dos impiedosos críticos do tudo alheio.
Todas tem sua utilidade e a gente que já está indo pro museu na seção de marcar um chopinho tem que ter muita paciência, alguma habilidade e bastante necessidade.

Mas é melhor respeitar


Tenho pensado que para uma sedentária radical, fumante convicta, ensaiar até fevereiro em duas escolas ou me bota na linha ou me destrói antes do Ano Novo.

‪#‎ensaioterceirodia‬

9 de nov. de 2015

FARRA EM FAMILIA ANIMADA POR MART'NALIA

MAIS FOTOS AQUI
Mart'nalia na Feijoada da Familia Portelense - foto: Rozzi Brasil








Farra! Foi o que Mart'nália fez no palco da Feijoada da Portela! Farra no sentido de festa, simpatia, competência no domínio de palco, alegria e todas as características do nosso povo e a generosidade que só os simples tem. Gostamos da Mart'nália porque ela gosta da gente, gosta de cantar pra gente e não economiza. Que bom que essa energia não tem bandeira vermelha e a a Light não pode cobrar!

No mais, era Portela! A Portela que vem sendo nos últimos 3 anos, alegre, feliz, confiante, reunião de família com direito à feijoada, comidinha de mãe, ops de Tia.

Rainha a postos, Velha Guarda de plantão, público extasiado, Teve inauguração de mastro com a Bandeira do Brasil e da Portela.
Teve a presença dos voluntários que orientam, esclarecem sobre a Lei Seca e incentivam o divórcio do álcool com volante - um casamento que nunca dá certo.

Teve Tia Surica tocando tamborim!
Teve Chacal e o seu sax fazendo um verdadeiro baile de carnaval.
Teve festejo de niver da Aldaleia.
Teve homenagem ao Dionísio Lins pelo trabalho social promovido na Zona Norte e eu não estaria sendo sincera nesse relato se não contasse que teve um tantinho de vaia nesse momento... Fazer o quê? Nem todos precisam, nem todos conhecem, nem todos são gentis, enfim, deixa pra lá.

Ah, na Portela tem de tudo um pouco e sempre é muito bom!

Foi um dia de reencontros festivos que a chuva regou pra florescer melhor. Bonito ver na saída da quadra, naquela da "saideira", os grupos que saíam cantando o samba 2016 pela rua! Sim, o samba pegou! E faltando pouco menos de 1 mês para o lançamento do CD oficial tá na boca do povo. "Esse samba do vôo da águia, uma viagem sem fim", que já começa com um desabafo e um "toque": mas tem que respeitar (...)!" (isso eu ouvi lá no bar)
Tem mesmo e, redundância explicar porque. É a Portela.

ANTES DE...

foto: Phss Santos Souza 














Minha alegria é intensa e extrapola.
Minha tristeza é enorme, extravasa
Minha lágrima transborda
Meu sorriso transcende.
A sinceridade do que eu sou
E-qui-li-bra-me.

Não tem corda bamba
não tem fio certo,
que eu não tenha
a- tra-ves- sa- do.
Miro, pois conheço os olhos
dos abismos que me tentam
Eu tento, não atento.
Um dia eles me ganham,
No outro, eu os venço.
Tentativas do que eu quero
E-qui-li-bram-me
Tentativas do que eu preciso
Balançam-me
Guerreira?
Nunca.
Guerreiros matam,
antes que morram,
Eu apenas sobrevivo
antes de.

A REGRA É CLARA, MAS QUE SACO!

Tô com agonia dessa novela ‪#‎ARegraDoJogo‬. É bem feita e é por isso mesmo. Não me conformo com Tony Ramos feio, barbudo, descabelado e bandido.
Gosto da Barbara Paz, louca e não retardada. Cauã não pode tomar porrada toda hora e acabar mais bicudo.
Não é possível que um policial seja tão burro e pouco intuitivo como o esse Dante.
Preferia que Adisabeba aceitasse o Zé Maria bandido porque não fica bem uma puta vencedora pagar de otaria .
A familia do Leleco desandou e a graça do núcleo é cansativa como era o Zorra Total de antigamente.
Tem que botar o Cauã sem camisa o MC pra dançar mais ou outro texto pra ele falar. Vejo a novela duas vezes por semana e ele está sempre falando a mesma coisa.
Essa Toia é mais chata do que meio de mês e acho ela meio velhinha pra acreditar em tudo o que todos dizem, menos em quem ela conviveu a vida toda. Uma sonsa enjoada do cardápio que come desde a infância! E olha que o Cauã é um tremendo banquete e aí da ficou fora 4 anos....
Mas nada disso seria problema se não reproduzisse a nossa realidade: só bandido, mentiroso e explorador se dá bem por aqui...
Ah, e se você perguntar por que, então assisto é porque a minha TV a cabo era a gato e quem não tem grana não tem escolha. É a "regra do jogo" rsrsrs

7 de nov. de 2015

ENERGIA DEBAIXO D'ÁGUA

Como dizia minha avó: "Chovia de cachorro beber água sentado", no entanto quem disse que chuva é problema para o povo do GRES Coroado de Jacarepaguá,, que neste ano de 2015, passou impávido pela Intendente debaixo d'gua ?
Quadra muito lotada, três sambas na final, Bruno Ribas compondo o corpo de jurados, compositores do samba campeão do Arranco do Engenho de Dentro marcando presença, apresentação de musas e rainhas, blocos da região que certamente a exemplo do Coroado emergirão para a categoria Escola de Samba, enfim, uma festa muito bonita!

Fiquei quieta no meu canto, olhando, gostando e pensando: A produção nas apresentações dos sambas influem e contribuem? Sei que no passado, fazia sucesso nas quadras o samba cantado pelas pastoras, seriam as torcidas suas substitutas na atualidade? É fato que a escolha foi pensada para privilegiar o melhor samba e promover um excelente desfile. Eu, que nos tempos antigos como jacarepaguense torcia para o extinto Custou Mais Saiu e Bafo do Bode- a atual Renascer de Jacarepaguá, parei de pensar e fui curtir a festa. Parabéns Coroado! Parabéns aos vencedores e aos concorrentes, vencedores também por terem chegado a uma final com 3 sambas dos bons!
Aqui as fotos que sobraram de uma câmera que quase se afogou.

4 de nov. de 2015

GERAÇÃO X

"Porque o amor é uma coisa mais profunda que uma transa sensual". 
Assim era a minha geração... A gente falava pacarái. Resolvia os problemas do Brasil numa assembléia constituinte do chope.
Éramos politizados, todos "cabeça". Queríamos igualdade, voto direto para presidente, liberdade de expressão, liberação do aborto e do divorcio. A gente saia de casa, dividia AP e gostava de casar.
"Divina Comédia", " blá-bla-bla, eu te amo", "caminhando contra o vento" a gente queria comer o mundo ou quem sabe, comia todo mundo.

2 de nov. de 2015

NA RUA DO OUVIDOR

Ontem me fez muito bem curtir o Mal De Raiz Samba, ( Juliane Canary RodriguesElvina E Waldir RodriguesHenrique Vasconcelos ) um grupo que entrou ma minha vida como amor e ficou como amizade, mas não perdi a esperança!
Acho muito especial aquele trecho da Rua do Ouvidor, séculos de história, suor de grandes artistas, sangue dos meus avós, cheiro de Mestre Valentim, compõem a energia indescritível do local.
Ouvir samba ali é especial.
Obrigada Rita Rita Compans Schmied pela companhia sempre ótima e divertida. Teu signo não é Peixes nem Aquário, é leveza.
Só faltou a selfie...
(não tem foto)

TODAS AS CORES DA VIDA

Setembro é amarelo (Prevenção ao suicídio), outubro é rosa (prevenção e tratamento do câncer de mama), novembro é azul (prevenção do câncer de próstata) azul e dezembro vermelho (prevenção da Aids).
A vida é colorida e o melhor é abraçar suas cores e se cuidar!

PESSOAS PERFEITAS

Há pessoas que são perfeitas exatamente por suas imperfeições. Que nunca o drama seja mais importante que o sorriso e que a gente possa entender todo o poder da simplicidade. 
Um dia tudo o que restará de mim serão fotos porque lembranças são esquecidas e os fatos vão se corromper, deteriorar, ganhar novas versões e finalmente serão esquecidos. Pra que complicar? 
A vida é todo sorriso e toda lágrima entre o sim e o não.

31 de out. de 2015

UM BEM CHAMADO MAL DE RAIZ

No quarteirão cultural do Centro do Rio, entre CCBB, CC dos Correios, Centro Cultural da Justiça Eleitoral, tive a oportunidade de ver um tantinho de uma volta ao passado. Não sei há quanto tempo conheço o Celynho Show, passista que é um patrimônio do nosso samba, mangueirense de coração bem quisto por todas as agremiações e que no seu trabalho de passista veste todas as cores e tem essa atitude que eu considero romântica, poética de transitar pelos eventos agora sempre com malandro o mais, nesse dia o Eduardo Teles, distribuindo sua arte, seu trabalho generosamente. Um trabalho que já o levou a vários países.
O grupo Mal de Raiz, do qual sou apreciadora há tempos pela forma como encara o samba e os sambas que compõem seu repertório composto por pérolas que o tempo escondeu, os quais eles trazem à tona e nos apresentam em arranjos delicados como que polidos para que sejam melhores apreciados pelo público não iniciado como novidades.
Músicos, samba e passistas se encontram numa rua antiga e cheia de história e alegram "gregos e baianos", jovens e mais velhos. Corre uma brisa gostosa, o céu está para lá de azul e a gente se sente, em pleno Centro do Rio de Janeiro protegido, tranquilo e por algumas horas, feliz e sem sobressalto.
Eu gostei muito de ouvir muitas das músicas que tocam na programação da Rádio TV Brasil, podendo apreciar malandros do bem, às vezes até parece que o tempo deu uma retrocedida, pra nos dar um pouco de encanto e paz.