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30 de mar. de 2017
A minha tristeza às vezes encontra um jeito de ser feliz
... Mas eu quero aquela felicidade
espontânea, desmedida, deseducada
deselegante tipo a de quem gargalha
inocentemente no metrô e deixando a todos
com inveja da felicidade
30 de out. de 2013
MINHAS MUDANÇAS
Faz muito tempo que estou com sono, mas se dormir às 21 é certo que acordarei às 3, completamente desperta e esperta. O lado bom é que talvez escreva um poema ou crônica. Quem sabe tenha mais uma daquelas grandes boas idéias que dão em tudo. Mas aí virá um humor defeituoso lá pelas 14 e um sono incontrolável quando o relógio chegar às 16...
Com o tempo a gente vai se conhecendo e assim nos desafiamos menos. Pra que abusar de nós se a sociedade já faz isso impiedosamente?
Vou contornando e tapeando meu sono, aprendi que tudo na vida tem um tempo e nós temos o nosso e é muito bom ter idade suficiente para aprender a respeito de si mesmo, o respeito por si próprio. Há 4 meses venho muito lentamente mudando rotinas, na verdade criando, pois sempre fui avessa a elas... Como menos e isso não foi nada difícil, na verdade como mais certo, sempre gostei de caminhar, agora subo escadas. Falo menos e isso é difícil, evito as respostas imediatas, as disputas que não levam a nada, as opiniões que não farão bem a ninguém. Perdi 8 quilos e creio deixei de ganhar rugas a mais.
Ando correndo menos, e parei de me aborrecer pelas coisas perdidas. O que não tenho deixou de ser problema... Desisti de mudar o mundo, ele mudará o suficiente se eu mudar...
Às vezes penso que a velhice não mais me aflige. Não me vejo envelhecer porque vou me mudando dia-a-dia, tentando nascer nova a cada nascer do sol. Ontem surpreendi-me dizendo que ás vezes penso que vou fazer meio século, outras penso que farei 5 ponto zero. A diferença é imensa e define como os dias restantes irão me encnontrar e dizem tudo sobre o que farei com eles.
Vou contornando e tapeando meu sono, aprendi que tudo na vida tem um tempo e nós temos o nosso e é muito bom ter idade suficiente para aprender a respeito de si mesmo, o respeito por si próprio. Há 4 meses venho muito lentamente mudando rotinas, na verdade criando, pois sempre fui avessa a elas... Como menos e isso não foi nada difícil, na verdade como mais certo, sempre gostei de caminhar, agora subo escadas. Falo menos e isso é difícil, evito as respostas imediatas, as disputas que não levam a nada, as opiniões que não farão bem a ninguém. Perdi 8 quilos e creio deixei de ganhar rugas a mais.
Ando correndo menos, e parei de me aborrecer pelas coisas perdidas. O que não tenho deixou de ser problema... Desisti de mudar o mundo, ele mudará o suficiente se eu mudar...
Às vezes penso que a velhice não mais me aflige. Não me vejo envelhecer porque vou me mudando dia-a-dia, tentando nascer nova a cada nascer do sol. Ontem surpreendi-me dizendo que ás vezes penso que vou fazer meio século, outras penso que farei 5 ponto zero. A diferença é imensa e define como os dias restantes irão me encnontrar e dizem tudo sobre o que farei com eles.
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29 de dez. de 2012
O CIGARRO MATA E O ÁLCOOL, NÃO?
Cheguei de um compromisso e como tenho que estar em outro muito cedo, decidi não dormir e dar uma lida nos noticiários online.
De cara tive que escolher entre uma vítima de bala perdida de 25 anos que deixa uma filhinha de 6, um bebê que caiu da janela de um hotel e do orgulho britânico ao lançar sua campanha contra o fumo e supostamente de alerta para os jovens. Não posto a foto aqui porque achei nojento e porque uma das premissas desse blog é evitar fotinhas, fadinhas, montagenzinhas... Mas se quer ver para entender, está aqui: Campanha antitabaco do governo britânco
É uma notícia informando que o governo britânico, lançou uma propaganda onde aparece um homem fumando e enquanto fuma um tumor vai crescendo no seu cigarro.
Acho todo exagero ridículo e improdutivo, não necessariamente nessa ordem. Atualmente são tão exageradas as fotos nos maços de cigarros, os fumantes ficam com a vantagem da desculpa do fantasioso, como se fosse uma ficção.
Um fumante, por seu vício, pode adquirir um monte de doenças, e causar outras tantas no fumante passivo de convivência mais próxima, mas em que o vício da nicotina é diferente do vício em substâncias alcoólicas e outras drogas legais ou ilegais como cocaína, crack, maconha?
Não acredito que algum viciado em crack tenha deixado o vício por ter visto as péssimas condições dos desafortunados "cracudos" habitantes das nossas ruas, da mesma forma que jamais soube que alguém tenha deixado de fumar cigarros por conta das fotos pavorosas contidas nos maços e certamente ninguém deixará de fumar por ver um tumor nascendo e crescendo no cigarro da propaganda dos britânicos.
Não existe ingenuidade, nem ignorância suprema que empurrem pessoas indefesas para o vício. Existe pré-disposição. Todos sabem que não faz bem, principalmente após as leis praticamente mundiais que excluem o fumo do fumante e às vezes o próprio, do convívio social como medida de prevenção protetora dos fumantes passivos.
Se houvesse ênfase na orientação, esclarecimento, educação, tratamento e suporte para o tratamento do fumante, os resultados seriam muito melhores, porque essas ações educativas tem o poder de penetrar onde a lei não entra, por exemplo nos lares dos fumantes incondicionais.
Os dependentes de outras drogas que não o cigarro, sabem e quando não sabem aprendem por experiência própria toda a devastação que a droga pode causar no seu corpo e os danos para os seus, o que não impede que se droguem, que sofram e façam sofrer, que cheguem inclusive às últimas consequências de um vício perverso que por ser vício é fora de controle. O fumante também sabe e não é raro ouvirmos de muitos deles que "dariam tudo" para conseguir abandonar o vício.
Tabagismo é um vício, segundo pesquisas, vício é doença e ninguém é doente porque acha bonito. O fumante como o usuário de drogas ilegais precisa de orientação, esclarecimento e tratamento. Ao meu ver um tumor maligno nascendo num cigarro, não chega necessariamente a prestar nenhum desses três serviços mas certamente irá estigmatizar o fumante, tornando tão vítima de preconceito no seu dia-a-dia.
Um dos argumentos para a permanência do uso da maconha na ilegalidade é justamente que ela seria a porta de entrada para o uso de outras drogas mais pesadas. Polêmicas e pontos de vista à parte, se isso espelhar a verdade, facilitaria bastante o combate ao uso das drogas "mais prejudiciais". Por outro lado, a maconha é consumida da mesma forma que um cigarro, aspirando-se via oral a fumaça, porque então há os que defendem a maconha e fumante de um simples cigarro encontra tantos detratores. Seria pelo fato do fumante nem sempre enquadrar-se no perfil de um marginal fora-da-lei? Pelo cigarro não oferecer surtos e alterações radicais de comportamento? Desse modo que o ônus da preocupação mundial com a saúde alheia lhe recaia sobre os ombros!
Ao não tomar medidas mais direcionadas ao esclarecimento das pessoas e optar por truques cenográficos e de photoshop perdem-se muitas oportunidades de educar e as autoridades, à luz de um pensamento mais apurado, parecem reconhecer que não levam o tabagismo a sério do mesmo jeito que não levam os casos de mortes por violência e doenças causadas pelo álcool.
A sociedade, se quiser resolver seus problemas, precisa deixar de lado a hipocrisia.
A começar pelo pensamento que a saúde do cidadão é de interesse governamental devido o alto custo do seu tratamento, para os cofres públicos logo, não há preocupação com a saúde mas com o custo da cura da moléstia adquirida pelo hábito individual, respaldados pelos princípios democráticos. Se a questão fosse realmente a saúde do cidadão, bastava declarar o cigarro ilegal e impedir da forma mais legítima possível o funcionamento das fábricas. No entanto, os impostos pagos pelas empresas do tabaco interessam aos governos tanto quanto ou mais que a saúde do cidadão. Tanto quanto o desempenho da indústria automotiva que gera empregos e polui o ar. As doenças causadas pela poluição e tragédias decorrentes da deterioração do meio ambiente, oneram menos os cofres públicos?
Se houvesse um real interesse na saúde do cidadão, não haveria venda, estímulo ou propaganda das bebidas alcoólicas que causam várias doenças quase todas mortais, sem contar os atos de violência e acidentes decorrentes do excesso de bebidas. Nem haveria patrocínio desses produtos para eventos esportivos, mesmo o inofensivo refrigerante cuja fórmula o mundo desconhece.
Não basta uma lei seca no trânsito ( isso relacionando ao fato de estarem agregados a elas pessoas que tiveram comprometimento físicos em acidentes acontecidos quando dirigiam alcoolizados) . Como não bastam propagandas que tentem culpar pelo terror em vez de orientar pelo esclarecimento, exatamente a faixa etária mais necessitada disso.
Todos sabemos, inclusive os dependentes, que drogas são nocivas, causam doenças, mortes, miséria moral, espiritual e financeira.
Eu nunca vi alguém, por excesso de cigarro, cair duro, entrando em coma tabagístico.
Eu nunca vi alguém se afogar em poça d'água por excesso de fumaça.
Eu nunca soube de algum ser humano ter saído da sua razão e cometido um crime atroz, por ter fumado cigarros demais.
Esse tipo de propaganda só incentiva o patrulhamento ideológico, mune o anti-tabagista de armas que só servem para desencadear a ansiedade e estimular o preconceito contra o fumante que tal qual o usuário de álcool, vai precisar de um trago pra esquecer...
De cara tive que escolher entre uma vítima de bala perdida de 25 anos que deixa uma filhinha de 6, um bebê que caiu da janela de um hotel e do orgulho britânico ao lançar sua campanha contra o fumo e supostamente de alerta para os jovens. Não posto a foto aqui porque achei nojento e porque uma das premissas desse blog é evitar fotinhas, fadinhas, montagenzinhas... Mas se quer ver para entender, está aqui: Campanha antitabaco do governo britânco
É uma notícia informando que o governo britânico, lançou uma propaganda onde aparece um homem fumando e enquanto fuma um tumor vai crescendo no seu cigarro.
Acho todo exagero ridículo e improdutivo, não necessariamente nessa ordem. Atualmente são tão exageradas as fotos nos maços de cigarros, os fumantes ficam com a vantagem da desculpa do fantasioso, como se fosse uma ficção.
Um fumante, por seu vício, pode adquirir um monte de doenças, e causar outras tantas no fumante passivo de convivência mais próxima, mas em que o vício da nicotina é diferente do vício em substâncias alcoólicas e outras drogas legais ou ilegais como cocaína, crack, maconha?
Não acredito que algum viciado em crack tenha deixado o vício por ter visto as péssimas condições dos desafortunados "cracudos" habitantes das nossas ruas, da mesma forma que jamais soube que alguém tenha deixado de fumar cigarros por conta das fotos pavorosas contidas nos maços e certamente ninguém deixará de fumar por ver um tumor nascendo e crescendo no cigarro da propaganda dos britânicos.
Não existe ingenuidade, nem ignorância suprema que empurrem pessoas indefesas para o vício. Existe pré-disposição. Todos sabem que não faz bem, principalmente após as leis praticamente mundiais que excluem o fumo do fumante e às vezes o próprio, do convívio social como medida de prevenção protetora dos fumantes passivos.
Se houvesse ênfase na orientação, esclarecimento, educação, tratamento e suporte para o tratamento do fumante, os resultados seriam muito melhores, porque essas ações educativas tem o poder de penetrar onde a lei não entra, por exemplo nos lares dos fumantes incondicionais.
Os dependentes de outras drogas que não o cigarro, sabem e quando não sabem aprendem por experiência própria toda a devastação que a droga pode causar no seu corpo e os danos para os seus, o que não impede que se droguem, que sofram e façam sofrer, que cheguem inclusive às últimas consequências de um vício perverso que por ser vício é fora de controle. O fumante também sabe e não é raro ouvirmos de muitos deles que "dariam tudo" para conseguir abandonar o vício.
Tabagismo é um vício, segundo pesquisas, vício é doença e ninguém é doente porque acha bonito. O fumante como o usuário de drogas ilegais precisa de orientação, esclarecimento e tratamento. Ao meu ver um tumor maligno nascendo num cigarro, não chega necessariamente a prestar nenhum desses três serviços mas certamente irá estigmatizar o fumante, tornando tão vítima de preconceito no seu dia-a-dia.
Um dos argumentos para a permanência do uso da maconha na ilegalidade é justamente que ela seria a porta de entrada para o uso de outras drogas mais pesadas. Polêmicas e pontos de vista à parte, se isso espelhar a verdade, facilitaria bastante o combate ao uso das drogas "mais prejudiciais". Por outro lado, a maconha é consumida da mesma forma que um cigarro, aspirando-se via oral a fumaça, porque então há os que defendem a maconha e fumante de um simples cigarro encontra tantos detratores. Seria pelo fato do fumante nem sempre enquadrar-se no perfil de um marginal fora-da-lei? Pelo cigarro não oferecer surtos e alterações radicais de comportamento? Desse modo que o ônus da preocupação mundial com a saúde alheia lhe recaia sobre os ombros!
Ao não tomar medidas mais direcionadas ao esclarecimento das pessoas e optar por truques cenográficos e de photoshop perdem-se muitas oportunidades de educar e as autoridades, à luz de um pensamento mais apurado, parecem reconhecer que não levam o tabagismo a sério do mesmo jeito que não levam os casos de mortes por violência e doenças causadas pelo álcool.
A sociedade, se quiser resolver seus problemas, precisa deixar de lado a hipocrisia.
A começar pelo pensamento que a saúde do cidadão é de interesse governamental devido o alto custo do seu tratamento, para os cofres públicos logo, não há preocupação com a saúde mas com o custo da cura da moléstia adquirida pelo hábito individual, respaldados pelos princípios democráticos. Se a questão fosse realmente a saúde do cidadão, bastava declarar o cigarro ilegal e impedir da forma mais legítima possível o funcionamento das fábricas. No entanto, os impostos pagos pelas empresas do tabaco interessam aos governos tanto quanto ou mais que a saúde do cidadão. Tanto quanto o desempenho da indústria automotiva que gera empregos e polui o ar. As doenças causadas pela poluição e tragédias decorrentes da deterioração do meio ambiente, oneram menos os cofres públicos?
Se houvesse um real interesse na saúde do cidadão, não haveria venda, estímulo ou propaganda das bebidas alcoólicas que causam várias doenças quase todas mortais, sem contar os atos de violência e acidentes decorrentes do excesso de bebidas. Nem haveria patrocínio desses produtos para eventos esportivos, mesmo o inofensivo refrigerante cuja fórmula o mundo desconhece.
Não basta uma lei seca no trânsito ( isso relacionando ao fato de estarem agregados a elas pessoas que tiveram comprometimento físicos em acidentes acontecidos quando dirigiam alcoolizados) . Como não bastam propagandas que tentem culpar pelo terror em vez de orientar pelo esclarecimento, exatamente a faixa etária mais necessitada disso.
Todos sabemos, inclusive os dependentes, que drogas são nocivas, causam doenças, mortes, miséria moral, espiritual e financeira.
Eu nunca vi alguém, por excesso de cigarro, cair duro, entrando em coma tabagístico.
Eu nunca vi alguém se afogar em poça d'água por excesso de fumaça.
Eu nunca soube de algum ser humano ter saído da sua razão e cometido um crime atroz, por ter fumado cigarros demais.
Esse tipo de propaganda só incentiva o patrulhamento ideológico, mune o anti-tabagista de armas que só servem para desencadear a ansiedade e estimular o preconceito contra o fumante que tal qual o usuário de álcool, vai precisar de um trago pra esquecer...
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4 de dez. de 2012
RAP DO BOM

Às vezes duvido do que me dizem
que é bom.
De quem se diz
que é bom.
De quem se acha bom.
Bom pra quem?
Bom porque?
Bom pra quê?
Bondade não é coisa de santo
Bondade não é nada do além
Bondade é grande tanto quanto
A vontade de se comer alguém.
Bom pra quem?
Bom porque?
Bom pra quê?
Pra ser bom tem que ser de verdade
Tem que ser verdadeiro.
Pra ser bom tem que ter sentimento
E nunca se falar de dinheiro
Bom porque?
Bom pra quê?
Bom pra quem?
Na hora H olho em volta de você
Ninguém
É fácil se ofender
É fácil dizer
O difícil é fazer
É fácil falar
É fácil se magoar
É fácil choramingar
Mais difícil é provar.
Ficar olhando a vida do outro cheio de peninha
No fundo, sem querer mas bem satisfeito,
Que bom que essa vida desgraçada, não é minha!
Bom porque?
Bom pra quê?
Bom pra quem?
Um dia é contigo também
Você olha em volta
catuca, chora e não acha ninguém
A bondade ade de verdade
Tem que saber dizer não
Tem que saber a hora do Não
Tem que ter um quê de razão
Toda bondade desvinculada de interesse é vã?
Toda bondade sem fé é pagã?
Toda bondade disciplinada é sã?
Não acredito mais em bondade
Só existe existe gente boa
Boa de encontrar pela calçada
Bater um papinho Dizer coisa à toa.
Bondade não é coisa de santo
Bondade não é nada do além
Bondade é grande tanto quanto
A vontade de se comer alguém.
Bom porque?
Bom pra quê?
Bom pra quem?
Um dia é contigo também
Você olha em volta
catuca, berra chora,
manda a bola pra frente
porque não acha ninguém
(Rozzi Brasil)
Bondade é grande tanto quanto
A vontade de se comer alguém.
Bom pra quem?
Bom porque?
Bom pra quê?
Pra ser bom tem que ser de verdade
Tem que ser verdadeiro.
Pra ser bom tem que ter sentimento
E nunca se falar de dinheiro
Bom porque?
Bom pra quê?
Bom pra quem?
Na hora H olho em volta de você
Ninguém
É fácil se ofender
É fácil dizer
O difícil é fazer
É fácil falar
É fácil se magoar
É fácil choramingar
Mais difícil é provar.
Ficar olhando a vida do outro cheio de peninha
No fundo, sem querer mas bem satisfeito,
Que bom que essa vida desgraçada, não é minha!
Bom porque?
Bom pra quê?
Bom pra quem?
Um dia é contigo também
Você olha em volta
catuca, chora e não acha ninguém
A bondade ade de verdade
Tem que saber dizer não
Tem que saber a hora do Não
Tem que ter um quê de razão
Toda bondade desvinculada de interesse é vã?
Toda bondade sem fé é pagã?
Toda bondade disciplinada é sã?
Não acredito mais em bondade
Só existe existe gente boa
Boa de encontrar pela calçada
Bater um papinho Dizer coisa à toa.
Bondade não é coisa de santo
Bondade não é nada do além
Bondade é grande tanto quanto
A vontade de se comer alguém.
Bom porque?
Bom pra quê?
Bom pra quem?
Um dia é contigo também
Você olha em volta
catuca, berra chora,
manda a bola pra frente
porque não acha ninguém
(Rozzi Brasil)
3 de nov. de 2012
Fotos da estréia do Novo Botequim do império
20 de out. de 2012
Sozinhos no Mundo

O brasileiro ainda não percebeu que é único, que escreve a história, que é singular e isso nada tem a ver com ufanismo.
Nossa história é singular e estamos a escrevê-la de primeira, talvez sem rascunho. A gente não pode adotar padrões de beleza internacionais, nem pacotes culturais completos de fora.
Por nossa singularidade temos que ter nossas próprias soluções e criar nossos próprios modelos. Somos um país jovem e não tem como se ver num espelho de neve e tradição dos antigos. Era ridículo empoar a cara, usar espartilho e vestidões armados e calças de veludo. Era de extremo mal gosto o capataz mulato caçar e chicotear o escravo negro.
Praticou-se tanta ação grotesca para se parecer com a Europa de séculos atrás... Por nossa singularidade temos que ter nossas próprias soluções e criar nossos próprios modelos. Somos um país jovem e não tem como se ver num espelho de neve e tradição dos antigos. Era ridículo empoar a cara, usar espartilho e vestidões armados e calças de veludo. Era de extremo mal gosto o capataz mulato caçar e chicotear o escravo negro.
E agora? Vamos copiar alguém mais uma vez ou entender que "esperar não é saber"?
Nenhum outro país do mundo teve sua nação constituída por várias etnias, criando, não uma nova etnia, mas novos padrões de comportamento.
Nenhum país do mundo tem tanta variedade de fauna, flora e clima.
Falta ao brasileiro perder esse orgulho babaca relativo às coisas que nem nos dizem respeito, na verdade, prêmios de consolação, agradinho estrangeiro, bala Juqinha e orgulhar-se das sua verdades, do seu estilo ao qual não pode fugir.
É lindo um olho azul, mas será que a cor de jabuticaba em conjunto com um cabelo da cor da asa de graúna não tem sua beleza?
Assim conseguiria criar suas próprias modas, ser autêntico e perceber que tem todo o direito de fazer suas escolhas.
A gente tem bunda pra dar e vender, casos de mulheres desbundadas são pontuais e isso não quer dizer que sejamos apenas bunda mas apenas, que não precisamos de expedientes artificiais para tê-las. Isso não é problema nosso.
Por que adotar um padrão estético que foi baseado no excesso de mulher despeitadas e sem bunda? Porque achar que nada é mais lindo que o bebê loiro? A grma do vizinho pode até parecer mais verde, mas há mitas vantagens em não ter cor.
Ninguém faz novelas como nós. Pra que criticar quem gosta?
O país é democrático. Qual o problema de se escolher uma TV como diversão?
A programação da TV é ruim. A cobrança é para quem assiste ou para quem faz?
Lugar de intelectual não é na rede social criticando noveleiro, um intelectual tem que no mínimo saber suas competências e seu lugar de direito. Pessoas estudas e inteligentes precisam nos ajudar a pensar nosso país e nos apresentar a ele como inédito, o que dá atodos, nós brasileiros grande responsabilidade. Ninguém faz samba como nós, ninguém improvisa como nós, ser moreno é lindo, ser negro é bacana e isso é cor de pele, raça não existe, talvez só no Kannel Club e a gente não é cachorro, não!
Falta ao brasileiro perder esse orgulho babaca relativo às coisas que nem nos dizem respeito, na verdade, prêmios de consolação, agradinho estrangeiro, bala Juqinha e orgulhar-se das sua verdades, do seu estilo ao qual não pode fugir.
É lindo um olho azul, mas será que a cor de jabuticaba em conjunto com um cabelo da cor da asa de graúna não tem sua beleza?
Assim conseguiria criar suas próprias modas, ser autêntico e perceber que tem todo o direito de fazer suas escolhas.
A gente tem bunda pra dar e vender, casos de mulheres desbundadas são pontuais e isso não quer dizer que sejamos apenas bunda mas apenas, que não precisamos de expedientes artificiais para tê-las. Isso não é problema nosso.
Por que adotar um padrão estético que foi baseado no excesso de mulher despeitadas e sem bunda? Porque achar que nada é mais lindo que o bebê loiro? A grma do vizinho pode até parecer mais verde, mas há mitas vantagens em não ter cor.
Ninguém faz novelas como nós. Pra que criticar quem gosta?
O país é democrático. Qual o problema de se escolher uma TV como diversão?
A programação da TV é ruim. A cobrança é para quem assiste ou para quem faz?
Lugar de intelectual não é na rede social criticando noveleiro, um intelectual tem que no mínimo saber suas competências e seu lugar de direito. Pessoas estudas e inteligentes precisam nos ajudar a pensar nosso país e nos apresentar a ele como inédito, o que dá atodos, nós brasileiros grande responsabilidade. Ninguém faz samba como nós, ninguém improvisa como nós, ser moreno é lindo, ser negro é bacana e isso é cor de pele, raça não existe, talvez só no Kannel Club e a gente não é cachorro, não!
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9 de out. de 2012
NEGRO 9
Quanto tempo vai ficar vivendo o que disseram pra você que é bom?
Quanto tempo vai se exibir pra turma que nem se importa você que não existe?
Quanto tempo vai ficar vivendo o que disseram pra você que é bom?
Quanto tempo ainda alimentando a vaidade de quem só repara a sua vida porque não aprendeu a viver direito.
Quanto tempo ainda de insatisfação atendendo o que lhe comanda a televisão??

Fora de padrão
To nem vendo celulite
Sonho corpo menos light
Se namoro é com apetite
Sem um ser que dite
Uma mulher sem ser diet
Milenar são nossos hits
(nada a ver com face book)
Atravessam megabyte
Temos tudo a ver estamos kits
E pra eles: feios, vadio e biscate
É a gente que herda
Um padrão pálido que arde
Acumulamos a pedra
Que nos taca o covarde
É rap nosso bit
Se namoro é com apetite
Sem um ser que dite
Uma mulher sem ser diet
Milenar são nossos hits
(nada a ver com face book)
Atravessam megabyte
Temos tudo a ver estamos kits
E pra eles: feios, vadio e biscate
É a gente que herda
Um padrão pálido que arde
Acumulamos a pedra
Que nos taca o covarde
É rap nosso bit
Em sintonia com as biat
Mesmo que ninguém cite
Nem paparazzo nem novela nem site
Ei pretinha encorpa
Vitalidade não pouca
Na cintura nade de Europa
Um seio que não caiba na boca
Tire a voz do mute
Grite em toda parte
A cena é Black Booty
Eu nem ai pras withe
Só assim o dedo flagra
Uma mulher não fria
Quero coxa menos magra
E to picas, pra estria
Uma africana me furte
Menos luz mais arte
O que meu sexo Curte
A faísca e a pólvora no blackout
Não fere o corpo nem por Deus
Nem nas tretas que peleje
Vou colar com os meus
Sempre minha Dofona do Gêge
Teu lábio que visite
O mais escuro de minha parte
Sei que é bom põe no repeat
Que o meu eu gozo com o seu eu reparte
Nossos corpos que se revoltem
Teus beijos que me assaltem
Se não duros os seios os soltem
E o orgasmo se quentes que saltem
Pra eterna ou qualquer foda
Uma Pique o meu o cabelo
Minha cara é uma cara de modelo
Uma modelo eternizando outra moda
Fora de padrão e a milhão o watt
Corpos negros entre curto e circuito
Seio gordo, beijo e mordo pela night
Não é revolta é amor e muito
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8 de out. de 2012
O Glorioso desde 1910

20/04/1910, há exatos 102 anos, o BOTAFOGO era CAMPEÃO CARIOCA com uma goleada por 6 a 1 sobre o Fluminense!
Com nove vitórias em dez jogos, sendo sete goleadas, o FOGÃO ganhou o apelido de O GLORIOSO!
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Um certo Programa do Jô com Almir Guineto
JÔ: "Precisava 3 pra fazer essa musiquinha"? hahahahahaha
EU DE CASA PRO JÔ: Agora canta aê Jô Soares a música que você fez e tocou em Marte!!!!
CEIÇA SOBRE O JÔ: - Jo Soares ta ficando gaga...hauahauaaau
ALESSANDRO SOBRE O JÔ:
- "O Difícil e fazer o Fácil ! são músicas eternas que estão na boca do povo, agora Almir fez uma fácil dessa e faz uma poesia linda como Lama nas Ruas que vale mais que qualquer livro do Jô!"
SEU PAULO DO MEU FACEBOOK PRO Jô: - " O JÔ é refém da produção. Ele não pode ter emburrecido de repente. Eu acho que ele está blindado pela globo como todos os informativos estão. Eu acredito que ele nem sabe quem é Almir Guineto. Ele ridiculariza o entrevistado e os babacas do auditório morrem de rir, O padrão Global hoje é a maior droga da TV brasileira , começa com o Faustão no domingo e termina no Altas Horas no sábado. O Diretor Geral pediu demissão porque não aguentou a pressão no jornalismo e na baixa qualidade da programação. Em toda a programação , só se salvam alguns fillmes e Gabriela o resto é lixo".EU, PRO SEU PAULO: - Eu penso que na vida, os desafios são fundamentais, mas hoje, existem situações que entediam e não desafiam e o profissional cansa. Por exemplo, o que poderia desafiar Ronaldinho Gaúcho? O desprezo da torcida carioca. Foi a única coisa que fez com que ele voltasse a funcionar como trabalhador do seu ofício.Certas funções permitem que o cara ganhe grana demais, tenha fama demais numa fase ainda produtiva. Mas aí pra que se ferrar de trabalhar e dar o melhor, com tanta grana e prestígio pra usufruir?O Jô me parece cansado, só não cansou de ser incensado e esse programa com audiência infinita, é perfeito pra isso e, lamentavelmente, se vai no Jô é um carimbo pro sucesso. Vive de uma fama adquirida em outras circunstâncias, assim como os que vc citou, Serginho, Faustão...
ah, cansei de falar sobre a indelicadeza do Jô com o Almir Guinéto.
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COLHER NO SAMBA,
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PATICUMBUM,
TV
Ted Boy Marino
E existindo um bom dia para partir,
uma data boa de morrer
e se é possível haver escolha
para se deixar um corpo velho
onde se é pálido espelho que reflete o que se foi em vida.
Sua escolha foi bem feita
partindo você num dia tão terno,
infantil e doce,
daqueles que dão mais ênfase ao que está para sempre perdido,
eternamente guardado nas lembranças
do que temos como sagrado!
Vai em paz!
Só Muda o Endereço
No interior do centro urbano do Rio de Janeiro, ou, subúrbio da antiga Guanabara, ou antiga Zona Rural que compreendia os bairros de Jacarepaguá, Barra da Tijuca, Bangu, Campo Grande, hoje região chamada de Zona Oeste, tomávamos café o dia todo, o "bolinho de graxa" talvez seja parente do " bolinho de chuva"; vinho de garrafão (o mesmo do barril era liberado - um copinho ou canequinha (cálice era coisa de fresco) por dia para as crianças , o que me acende uma enorme ternura pelos vinhos baratos, como uma nódoa de infância que não larga meu paladar, ou quem sabe seja um rasgo de luz na minha alma...
"Talvez a culinária mais representativa do Paraná sejam os pratos preparados no interior do estado. Essa culinária está intimamente ligada à vida doméstica e ao fogão a lenha. Pouco estudados, mal se sabe como surgiram esses pratos, mas fazem parte do dia a dia da população local, embora curiosamente, não sejam encontrados em restaurantes, tampouco valorizados por chefs de cozinha.
Minha mãe e a minha avó fizeram inacreditáveis pães até os anos 80 e minha vizinha Dona Vina, mantinha lá o seu forno a lenha, quase comunitário. Aos domingos, sim, comida de luxo! Sem feijão quase sempre macarrão com galinha do quintal, às vezes até uma peixada, afinal a gente vivia colado no mar. Embora o bípede vivesse parede-e-meia "com nós", cacarejante e com aquela carinha feliz que as galinhas tem, as comíamos em ocasiões especiais, ainda que rolasse um chororô da criançada. Tem outras coisinhas parecidas, mas essas citadas são as relevantes por frequencia. Estou impressionada, eu sou do interior e não sabia!
"Talvez a culinária mais representativa do Paraná sejam os pratos preparados no interior do estado. Essa culinária está intimamente ligada à vida doméstica e ao fogão a lenha. Pouco estudados, mal se sabe como surgiram esses pratos, mas fazem parte do dia a dia da população local, embora curiosamente, não sejam encontrados em restaurantes, tampouco valorizados por chefs de cozinha.
Em uma típica casa de família italiana das cidades do interior paranaense não se come feijão aos domingos. Domingo é dia de churrasco, macarronada caseira ou nhoque, sempre acompanhados de salada de alface e vinho de garrafão.
O pão caseiro ainda é comum e nas pequenas comunidades do interior ainda é possível ver os fornos de barro nos quintais. A bolacha caseira, os doces de fruta e compotas ainda são feitos nas pequenas cidades pelas donas de casa.
Ainda é comum nesses lugares que a mulher que acabou de ter filhos passe alguns anos em casa e apenas o marido trabalhe fora. Dessa forma surgem tanto o artesanato, composto principalmente de trabalhos com crochê como a rica culinária local. Para acompanhar o chimarrão, bebido desde a manhã antes do café até depois do jantar, surgiram diversos pratos que vão desde as roscas de farinha e ovos cobertas com uma camada de açúcar e canela, “bolinhos de graxa” doces ou salgados, fritos na banha de porco, largamente usada na região, “cueca virada”, conhecida em alguns lugares como grostoli e pipoca coberta de chocolate ou açúcar queimado.
É comum existir hortas nas casas, onde há sempre cebolinha verde e salsinha, mais resistentes ao frio. Esses são os principais temperos da culinária local e costumam ser compartilhadas entre os vizinhos.
O café não é bebido apenas no desjejum. É comum acompanhar as principais refeições como forma de aquecer o corpo. Nos dias mais frios adiciona-se grappa ou “graspa” ao café, fazendo com que o calor se mantenha no corpo durante mais tempo.
Os descendentes de italianos, aqui apenas chamados orgulhosamente “italianos” ou “gringos” também são os grandes responsáveis pela fabricação dos queijos e salames de colônia. Aqui a “roça” é um lugar de plantio e criação de gado de leite. Nessas “colônias” ainda é possível encontrar antigas técnicas de conservação de alimentos no sal e na banha, sabão caseiro feito a partir de gordura animal e uma imensa variedade de doces em conserva.
O frio rege a vida e a culinária local. As bebidas que aquecem o corpo e as comidas gordurosas fazem parte do cotidiano. A vida no interior, onde o comércio ainda fecha durante o horário de almoço e mesmo as donas de casa que trabalham fora tem tempo de preparar a comida, possibilita a manutenção das tradições herdadas dos imigrantes" (Gil Vesolli)
O pão caseiro ainda é comum e nas pequenas comunidades do interior ainda é possível ver os fornos de barro nos quintais. A bolacha caseira, os doces de fruta e compotas ainda são feitos nas pequenas cidades pelas donas de casa.
Ainda é comum nesses lugares que a mulher que acabou de ter filhos passe alguns anos em casa e apenas o marido trabalhe fora. Dessa forma surgem tanto o artesanato, composto principalmente de trabalhos com crochê como a rica culinária local. Para acompanhar o chimarrão, bebido desde a manhã antes do café até depois do jantar, surgiram diversos pratos que vão desde as roscas de farinha e ovos cobertas com uma camada de açúcar e canela, “bolinhos de graxa” doces ou salgados, fritos na banha de porco, largamente usada na região, “cueca virada”, conhecida em alguns lugares como grostoli e pipoca coberta de chocolate ou açúcar queimado.
É comum existir hortas nas casas, onde há sempre cebolinha verde e salsinha, mais resistentes ao frio. Esses são os principais temperos da culinária local e costumam ser compartilhadas entre os vizinhos.
O café não é bebido apenas no desjejum. É comum acompanhar as principais refeições como forma de aquecer o corpo. Nos dias mais frios adiciona-se grappa ou “graspa” ao café, fazendo com que o calor se mantenha no corpo durante mais tempo.
Os descendentes de italianos, aqui apenas chamados orgulhosamente “italianos” ou “gringos” também são os grandes responsáveis pela fabricação dos queijos e salames de colônia. Aqui a “roça” é um lugar de plantio e criação de gado de leite. Nessas “colônias” ainda é possível encontrar antigas técnicas de conservação de alimentos no sal e na banha, sabão caseiro feito a partir de gordura animal e uma imensa variedade de doces em conserva.
O frio rege a vida e a culinária local. As bebidas que aquecem o corpo e as comidas gordurosas fazem parte do cotidiano. A vida no interior, onde o comércio ainda fecha durante o horário de almoço e mesmo as donas de casa que trabalham fora tem tempo de preparar a comida, possibilita a manutenção das tradições herdadas dos imigrantes" (Gil Vesolli)
Conversa Virtual
"Acho que a maior vantagem de ser atéia é não acreditar que existe um deus que me culpará, julgará e punirá pelos meus pensamentos. Acho muito mais saudável pensar em atos como sair arrancando cabeças por aí que de fato fazê-lo.
(........)
Talvez aqueles pensamentos "maus" que não conseguimos elaborar (no sentido psicanalítico da palavra) se transforme, cedo ou tarde em coisa muito pior que pecado".(Gil Vesolli)
Sempre pensei que se transformassem em maldade (os pensamentos maus que não conseguimos elaborar). Não há nada mais maldoso e indigno que a caridade das esmolas e dê algum tipo de lucro; do que o apoio que aguarda como recompensa que a "vítima" mude de lado. O maior problema da repressão é sempre encontrar um disfarce de bondade ou razão e alvos para se atirar...
(........)
Talvez aqueles pensamentos "maus" que não conseguimos elaborar (no sentido psicanalítico da palavra) se transforme, cedo ou tarde em coisa muito pior que pecado".(Gil Vesolli)
Sempre pensei que se transformassem em maldade (os pensamentos maus que não conseguimos elaborar). Não há nada mais maldoso e indigno que a caridade das esmolas e dê algum tipo de lucro; do que o apoio que aguarda como recompensa que a "vítima" mude de lado. O maior problema da repressão é sempre encontrar um disfarce de bondade ou razão e alvos para se atirar...
Não posso dizer que eu seja atéia, mas vivo feliz com o meu deus particular, pessoal e intransferível dissidente do déspota vigente em mandato há tanto tempo.
O Gênio Que Habita Em Mim
Descobri que criatividade tenho sempre,
originalidade só às vezes, mas não perdi a fé
em que se descubra algum dia em mim, um gênio...
7 de out. de 2012
Pensamento Paralelo - 9
O mundo é injusto.
Pessoas vestidas despojadamente não conseguem credibilidade facilmente, provavelmente serão barradas na porta giratória do banco.
Ainda não entenderam que assaltante pode vestir-se bem pessoas honestas podem não se preocupar tanto com isso.
Quando você pratica ou promove uma ação beneficente, desconfiam de você. Ainda não entenderam que as pessoas desonestas que lucram com a miséria alheia tem um discurso completo e respostas para qualquer suspeita.
O seu emprego pode atrair pessoas, amizades, amores. A sua fama também.
O seu carro conquista mais seguidores que as sua idéias. É mais fácil roubar uma idéia do que formar parceria para concretizá-la juntos...
O seu emprego pode atrair pessoas, amizades, amores. A sua fama também.
O valor das aparências pesam mais do que o caráter que às vezes não temos tempo de demonstrar.
A eficiência no trabalho se conquista com estudo e experiência, é justamente aí, que somos preteridos por outros valores, por isso no Brasil tem tantos empreendedores, para o bem e para o mal.
Depois de apanhar tanto, é dificil não ter vontade de bater...De onde será que vem tanta injustiça?
***
Tem gente que se especializa em preencher sua ausência de carisma, sua falta de conteúdo, sua preguiça de crescer com acenos de falsas promessas, com dinheiro que possua ou não...
Tem gente que tal qual os cães de caça,treina o seu olfato para distinguir o cheiro da necessidade dos outros e assim seduzi-los.
Há pessoas que com mentiras se sustentam no desejo imenso de humilhar os bons que não pensaram em enriquecer.
A eficiência no trabalho se conquista com estudo e experiência, é justamente aí, que somos preteridos por outros valores, por isso no Brasil tem tantos empreendedores, para o bem e para o mal.
Depois de apanhar tanto, é dificil não ter vontade de bater...De onde será que vem tanta injustiça?
pensamento paralelo -10
Dia lindo!
Já tive lindos dia de chuva, mas os de sol são insuperáveis. O Brasil tem o céu mais azul do planeta, dá vontade de não olhar mais pra baixo, mas eis que aí, sentimos o cheiro do mar...
Já tive lindos dia de chuva, mas os de sol são insuperáveis. O Brasil tem o céu mais azul do planeta, dá vontade de não olhar mais pra baixo, mas eis que aí, sentimos o cheiro do mar...
O Tablet ou a Vida
Hoje, portando um tablet estive ausente de todos os lugares onde estive.
Será que deixei de conhecer alguém bacana?
Será que não deveria ter tomado um chope olhando pra Rocinha?
Será que não seria melhor olhar a paisagem agora, em vez de percorrer com os olhos, desconfiada se tem ladrão por perto?
Tablet pode ser bom, viver é melhor ainda!
Será que deixei de conhecer alguém bacana?
Será que não deveria ter tomado um chope olhando pra Rocinha?
Será que não seria melhor olhar a paisagem agora, em vez de percorrer com os olhos, desconfiada se tem ladrão por perto?
Tablet pode ser bom, viver é melhor ainda!
DANDO NOME AO PAI
Quando o assunto é religião, descrevo-me como atéia, por não reconhecer deus da forma como o descrevem. Se o assunto é religiosidade sou crente fervorosa. Suponho que o grande lance da religião seja nos orientar para o caminho da igualdade, até que percebamos a fraternidade e possamos nos tornar irmãos. Para isso somos diferentes: para descobrirmos a igualdade de uma forma além dos discursos, longe dos "sepulcros caiados".
Aprendi isso vendo os noticiários esportivos, então é fato!
BOM DIA AINDA QUE SEJA DE TARDE.
Acredito em deus e, para não confundi-lo com os genéricos de ocasião, a ele dou o nome de Vida, tenho uma virtual (talvez virtuosa) amiga que o chama de "deus de pelúcia". Ela crê nele assim porque assim o vê, porque com ela assim ele mora.
Dessa forma, hoje, eu quero agradecer à Vida (podem entender como Deus) por ela estar comigo e ter sido pra mim do jeito que é.
Agradeço à Vida tudo o que ela me deu, principalmente as tristezas, decepções, bolas-fora, falsidades, essas coisas tantas que me fizeram olhar pra fora, olhar pra cima e perceber que a luz se faz, alegria se vive e felicidade se constrói.
A alegria endinheirada em excesso,acaba por resultar num tédio de shopping que ressalta as diferenças. Porém tragédias só são excessivas quando focamos nelas - aprendi isso vendo as competições da paraolimpíadas esse ano. Talvez no futuro os atletas paraolímpicos tenham recordes superiores aos olímpicos...
Dessa forma, hoje, eu quero agradecer à Vida (podem entender como Deus) por ela estar comigo e ter sido pra mim do jeito que é.
Agradeço à Vida tudo o que ela me deu, principalmente as tristezas, decepções, bolas-fora, falsidades, essas coisas tantas que me fizeram olhar pra fora, olhar pra cima e perceber que a luz se faz, alegria se vive e felicidade se constrói.
A alegria endinheirada em excesso,acaba por resultar num tédio de shopping que ressalta as diferenças. Porém tragédias só são excessivas quando focamos nelas - aprendi isso vendo as competições da paraolimpíadas esse ano. Talvez no futuro os atletas paraolímpicos tenham recordes superiores aos olímpicos...
Eles não lutam apenas para vencer uma prova, eles lutam para se tornarem maiores que as suas limitações, enquanto a nossa sociedade só faz ver se as pessoas encaixam no modelo criado para as competições diárias que existem onde deveria existir apenas cooperação.
Aprendi isso vendo os noticiários esportivos, então é fato!
"Gracias à la vida que me ha dado tanto"!
BOM DIA AINDA QUE SEJA DE TARDE.
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SÓ MUDA O ENDEREÇO | PENSAMENTO PARALELO - 4

Alguém mais já chegou à conclusão de que o estado em que a gente se encontra algumas vezes não é vida?
Não falo mais sobre isso, escrevo, mas fora das mídias sociais porque cansei de, por verbalizar isso, ter o título de deprimida, desajustada, chata, pesada...
Então, à moda dos pacientes psiquiátricos, boto no canto da boca, debaixo da língua essa pílula de merda, farsa, ilusão, hipocrisia, mentira, concentradas (esses pseudosanitaristas sentem prazer indescritível na sensação de serem enganados, no pressentimento de que coisas acontecem às suas costas e revelias sem oferecer-lhes perigo. O populacho num movimento de vermes a fazer-lhe cosquinhas para seu deleite).
Cuspo (a pílula) onde for possível - de preferência num dos meus blogs, aquele que não está publicado, porque o povo brasileiro em berço esplêndido dorme, sonhando que é ou será novo mundo, primeiro mundo, mundo novo, novo mundo. Gente com DNA de Europa sob a pele preta.
Não posso fazer barulho, não devo chamar à atenção, porque não conclui se viver enclausurada em mim ainda é uma sobrevida mais interessante do que ir pra vala comum das pessoas comuns que são ditas e se dizem normais...
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DANDO NOME AO PAI
Quando o assunto é religião, descrevo-me como atéia, por não reconhecer deus da forma como o descrevem. Se o assunto é religiosidade sou crente fervorosa.
Suponho que o grande lance da religião seja nos orientar para o caminho da igualdade, até que percebamos a fraternidade e possamos nos tornar irmãos. Para isso somos diferentes: para descobrirmos a igualdade de uma forma além dos discursos, longedos "sepulcros caiados".
Acredito em deus e, para não confundi-lo com os genéricos de ocasião, a ele dou o nome de Vida, tenho uma virtual (talvez virtuosa) amiga que o chama de "deus de pelúcia". Ela crê nele assim porque assim o vê, porque com ela assim ele mora.
Dessa forma, hoje, eu quero agradecer à Vida (podem entender como Deus) por ela estar comigo e ter sido pra mim do jeito que é.
Agradeço à Vida tudo o que ela me deu, principalmente as tristezas, decepções, bolas-fora, falsidades, essas coisas tantas que me fizeram olhar pra fora, olhar pra cima e perceber que a luz se faz, alegria se vive e felicidade se constrói.
A alegria endinheirada em excesso,acaba por resultar num tédio de shopping que ressalta as diferenças. Porém tragédias só são excessivas quando focamos nelas - aprendi isso vendo as competições da paraolimpíadas esse ano. Talvez no futuro os atletas paraolímpicos tenham recordes superiores aos olímpicos...
Eles não lutam apenas para vencer uma prova, eles lutam para se tornarem maiores que as suas limitações, enquanto a nossa sociedade só faz ver se as pessoas encaixam no modelo criado para as competições diárias que existem onde deveria existir apenas cooperação.
Aprendi isso vendo os noticiários esportivos, então é fato!
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25 de ago. de 2012
Experiencia
Dá pra se conhecer uma pessoa melhor pelo facebook do que por anos de encontros.
Por mais que digam que nesta rede social se posta o que se deseja que os outros acreditem, ou, exatamente por isso.
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