Dividindo uma coisinha ou outra do samba que se bebe, absorve e vive. A parte da batucada será tão mais importante na medida que o tempo passe. Ao viver, não só estamos cumprindo nossa trajetória, mas escrevendo a história. Viver no samba, viver de samba, ir ao samba, fazer samba, cantar samba, se aproveitar do samba, são coisas muito distintas
21/07/2015
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2 de jul. de 2017
UMA COISA É UMA COISA OUTRA COISA É OUTRA
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PATICUMBUM
28 de jun. de 2017
VOCÊ JÁ FOI À FEIJOADA DA PORTELA?
Vem aí a edição de julho da melhor Feijoada do Brasil!
A próxima edição da Feijoada da Família Portelense acontecerá no dia 1º de julho e contará grande apresentação da tradicional Velha Guarda Show da Portela e um show completo do cantor e compositor Toninho Geraes e sua banda, com o lançamento do CD "Estação Madureira". A abertura ficará por conta dos grupos Na Linha do Mar e Tempero Carioca. O encerramento fica por conta do Elenco Show da Portela, com a Bateria da Portela - Tabajara do Samba, intérprete oficial Gilsinho e demais segmentos.
Serviço:
Edição de julho da Feijoada da Família Portelense.
Atrações: Na Linha do Mar, Tempero Carioca, Velha Guarda Show da Portela, Elenco-Show da Portela e show completo de Toninho Geraes e banda
Data: Sábado, dia 01 de julho de 2017
Horário: A partir das 13h
Local: Quadra da Portela
Endereço: Rua Clara Nunes 81, Madureira, Zona Norte do Rio
Preço: R$ 20 (primeiro lote antecipado limitado).
Prato da feijoada: R$ 25
Mesas para 4 pessoas: R$ 140,00 (já contempla 4 ingressos)
Camarote superior para 15 pessoas: R$800,00
Camarote inferior para 15 pessoas: R$650,00
Classificação etária: Livre
Informações e vendas na bilheteria da quadra, de segunda a sexta, das 8h às 17h. Tel (21) 3256-9411
Vendas online www.ingressocerto.com/
Sócio-Torcedor do plano Majestade do Samba não paga entrada e ganha o prato de feijoada grátis. Associe-se em www.aguianocoracao.com.br e aproveite essa vantagem!
Participe deste grande evento!
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22 de jul. de 2016
AS COISAS QUE NÃO SEREMOS
Hora de puxar-saco e hora de subir em cima do muro: Dois momentos em que sinto que não faço parte da humanidade (ou seria sociedade?)
A recusa a esses atos (que eu acho péssimos) me custaram muito sucesso, carreira, dinheiro e fama que eu poderia ter tido
Eu até entendo que algumas pessoas sejam talentosas, capazes e competentes e que em dado momento façam alguma concessão, para penetrarem no ambiente que interessa e que a sua permanência nele e posterior sucesso dependerão dos seus qualificativos.
Mas o que fazer se nunca consegui conceder por interesse próprio?
Culpa da filosofia cigana que depois que conheci, jamais me deixou:
- Viver e deixar viver. Se não concorda, não participe.
Optchá!
A recusa a esses atos (que eu acho péssimos) me custaram muito sucesso, carreira, dinheiro e fama que eu poderia ter tido
Eu até entendo que algumas pessoas sejam talentosas, capazes e competentes e que em dado momento façam alguma concessão, para penetrarem no ambiente que interessa e que a sua permanência nele e posterior sucesso dependerão dos seus qualificativos.
Mas o que fazer se nunca consegui conceder por interesse próprio?
Culpa da filosofia cigana que depois que conheci, jamais me deixou:
- Viver e deixar viver. Se não concorda, não participe.
Optchá!
14 de jul. de 2016
Uma história contada pela escritora francesa Simone de Beauvoir
Uma mulher, maltratada pelo marido, arranjara um amante, a cuja casa ia uma vez por semana. Precisava atravessar um rio para visitá-lo. Podia fazê-lo de duas maneiras: por uma ponte ou por barca. Pela ponte corria o risco de cruzar com um malfeitor.
Um dia, demorou-se mais que de costume e, quando chegou ao rio, o barqueiro não quis levá-la, dizendo que seu expediente terminara. Pediu então ao amante que a acompanhasse até a ponte, mas este recusou, alegando cansaço. A mulher resolveu arriscar, e o assassino a matou.
Beauvoir então pergunta: quem é o culpado? O barqueiro burocrata? O amante negligente? Ou a própria mulher, por adúltera? E comenta: "Em geral, as pessoas culpam um desses três, mas ninguém se lembra de quem matou".
12 de jul. de 2016
SEIS PONTOS SENSÍVEIS
Não sou de aceitar provocação, consigo dar o desprezo como resposta para quase tudo menos:
1- orientação sexual - que cada um dê para ou coma quem ou que preferir.
2- carnaval - que eu nem gosto mas não me incomoda a alegria ou folia alheia
3- Império Serrano - minha paixão;
4- Portela - meu grande amor;
5- Botafogo - a única opinião que depois que tive não mudei mais;
6- e Chico Buarque - meu futuro marido. Casaremos na primeira próxima reencarnação possível;
Os seis itens não necessariamente nessa ordem.
De modo que hoje me vi respondendo num bate-papo do facebook a seguinte frase:
- Se eu fosse incompetente, ignorante, burra, invejosa e sem talento eu também acharia o Chico Buarque um merda, plagiador e comprador de músicas. Simples assim.
Perdi os três "amigos" que tentavam provar com montagens em vídeos, fotos e textos babacas os defeitos do Chico Buarque.
"Nãoprovoqueaminhapessoa Sou legal mas nada boazinha. Boazinha é puta que aceita cartão de crédito, cheque e fiado
11 de jul. de 2016
ENREDOS DAS ESCOLAS DO GRUPO ESPECIAL DO RIO DE JANEIRO PARA O CARNAVAL 2017
Os 12 temas que passarão pela Sapucaí no desfile do Grupo Especial do Rio de Janeiro em 2017:
Domingo
Paraíso do Tuiuti : "Carnavaleidoscopicamente Tropifágico"
A escola vai relembrar a Tropicália, movimento cultural brasileiro importantíssimo do fim dos anos 60.
Acadêmicos do Grande Rio: "Ivete, do rio ao Rio"
A cantora baiana Ivete Sangalo ganhará uma homenagem na Marquês de Sapucaí.
Imperatriz Leopoldinense: "A mística xinguana, o clamor da floresta"
O enredo exalta os índios a partir dos trabalhos de Orlando Villas-Bôas
Unidos de Vila Isabel: "O som da cor"
A Vila resgatará os ritmos africanos que formaram a identidade musical do continente americano.
Acadêmicos do Salgueiro: "A Divina Comédia do Carnaval"
O Salgueiro transitará entre o céu e o inferno do Carnaval em uma homenagem à "Santíssima Trindade" do samba: os carnavalescos Joãosinho Trinta, Fernando Pamplona e Arlindo Rodrigues.
Beija-Flor de Nilópolis: "Iracema, a virgem dos lábios de mel"
A Beija-Flor vai transformar em Carnaval o romance de José de Alencar, uma das maiores obras da literatura brasileira.
Segunda-Feira
União da Ilha do Governador: "Nzara Ndembu - Glória ao Senhor Tempo"
A Ilha promoverá uma reflexão sobre a relação entre o homem e o tempo através de ensinamentos da cultura banto.
São Clemente: "Onisuá- quimalipanse (Envergonhe-se quem pensar mal disto)"
A escola resgata histórias do Rei Luis XIV e sua corte na França do Século XVIII.
Mocidade Independente de Padre Miguel: "As mil e uma noites de uma Mocidade pra lá de Marrakech"
A escola vai viajar pelas histórias e pela cultura do Marrocos.
Unidos da Tijuca : "Música na alma, inspiração de uma nação" A partir de um encontro entre Pixinguinha e Louis Armstrong, o enredo exalta a música negra norte-americana e sua influência a formação da identidade da raça negra nos Estados Unidos.
Portela: "Foi um rio que passou em minha vida e meu coração se deixou levar..."
O enredo vai viajar pelos grandes e mais importantes rios do Planeta até chegar ao Rio de Janeiro e aos versos de Paulinho da Viola.
Estação Primeira de Mangueira: "Só com a ajuda do santo"O enredo exalta a religiosidade do brasileiro e sua fé em todo tipo de santo.
Domingo
Paraíso do Tuiuti : "Carnavaleidoscopicamente Tropifágico"
A escola vai relembrar a Tropicália, movimento cultural brasileiro importantíssimo do fim dos anos 60.
Acadêmicos do Grande Rio: "Ivete, do rio ao Rio"
A cantora baiana Ivete Sangalo ganhará uma homenagem na Marquês de Sapucaí.
Imperatriz Leopoldinense: "A mística xinguana, o clamor da floresta"
O enredo exalta os índios a partir dos trabalhos de Orlando Villas-Bôas
Unidos de Vila Isabel: "O som da cor"
A Vila resgatará os ritmos africanos que formaram a identidade musical do continente americano.
Acadêmicos do Salgueiro: "A Divina Comédia do Carnaval"
O Salgueiro transitará entre o céu e o inferno do Carnaval em uma homenagem à "Santíssima Trindade" do samba: os carnavalescos Joãosinho Trinta, Fernando Pamplona e Arlindo Rodrigues.
Beija-Flor de Nilópolis: "Iracema, a virgem dos lábios de mel"
A Beija-Flor vai transformar em Carnaval o romance de José de Alencar, uma das maiores obras da literatura brasileira.
Segunda-Feira
União da Ilha do Governador: "Nzara Ndembu - Glória ao Senhor Tempo"
A Ilha promoverá uma reflexão sobre a relação entre o homem e o tempo através de ensinamentos da cultura banto.
São Clemente: "Onisuá- quimalipanse (Envergonhe-se quem pensar mal disto)"
A escola resgata histórias do Rei Luis XIV e sua corte na França do Século XVIII.
Mocidade Independente de Padre Miguel: "As mil e uma noites de uma Mocidade pra lá de Marrakech"
A escola vai viajar pelas histórias e pela cultura do Marrocos.
Unidos da Tijuca : "Música na alma, inspiração de uma nação" A partir de um encontro entre Pixinguinha e Louis Armstrong, o enredo exalta a música negra norte-americana e sua influência a formação da identidade da raça negra nos Estados Unidos.
Portela: "Foi um rio que passou em minha vida e meu coração se deixou levar..."
O enredo vai viajar pelos grandes e mais importantes rios do Planeta até chegar ao Rio de Janeiro e aos versos de Paulinho da Viola.
Estação Primeira de Mangueira: "Só com a ajuda do santo"O enredo exalta a religiosidade do brasileiro e sua fé em todo tipo de santo.
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Vamos falar de amor - 4
A pessoa perfeita não existe. Costumamos atribuir às pessoas que amamos qualidades que nem sempre elas possuem. Conhecer os defeitos e continuar sentindo que ama sem se comportar como uma mãe que só perdoa ou como um filho que só reclama, pode ser sinal de um amor verdadeiro.
A reação do ser amado a isso tudo vai definir se ela também te ama verdadeiramente, mas disso falo outra hora.
A reação do ser amado a isso tudo vai definir se ela também te ama verdadeiramente, mas disso falo outra hora.
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VAMOS FALAR DE AMOR
10 de jul. de 2016
AMIZADES
Eu sei que antiguidade é posto, no entanto não entendo gente que vive exaltando as amizades antigas, sem perceber que tratam praticamente com desprezo as recentes. Acho feio, desagradável, deselegante e burro!
A confiança em alguém não depende da sua convivência com ela, depende do caráter. Mais feeling, mais intuição, menos calendário nessa relação!
A confiança em alguém não depende da sua convivência com ela, depende do caráter. Mais feeling, mais intuição, menos calendário nessa relação!
22 de jul. de 2015
A MÍDIA CEGA QUE DESPREZA O SAMBA
Ontem Jovelina Pérola Negra completaria 71 anos se tivesse ficado entre nós. Candeia faria 80 anos. Silas 100. De memória, aqui e agora na rua, não consigo recordar outras comemorações relacionadas a grandes compositores e figuras da nossa música, mas sei que há.
Dia desses no cafofo da Tia Surica, ela falava sobre os compositores que deixaram obras inacreditáveis em qualidade e que eram analfabetos de todo ou em parte.
Monarco, certa vez, no caminho, durante uma viagem de trabalho que fizemos, contava como Silas e Carlos Cachaça orientavam a ele e Cartola em relação ao Português e gramática numa composição. A amizade entre esses caras, a forma como eles promoviam a interação, interatividade, troca de idéias entre suas vivências, cada um de uma escola que por localizações e vivências diferentes iam agregando ao samba bossas diferentes. Tiãozinho da Mocidade contando como surgiu a vareta partida para tocar o tamborim é algo encantador.
Confesso que eu fico atordoada com tantas informações, obtidas diretamente na fonte e em momentos de convivência que a vida me oferece com esses baluartes que por sua vez conviveram com os "mentores" dessa vertente da nossa música que é o samba que no entanto, é modo de vida e legado cultural. Uma tradição oral repleta de poesia e bons sons.
O samba vem se movimentando mais vivo do que nunca. Se por um lado existe a proposta de mega eventos como foi o Samba in Rio, as rodas periféricas não param e vão surgindo novos recantos que revivem o que havia antigamente no ambiente das quadras. Na Vila, o Samba do Barão. A Roda da Feira e o Sambastião apadrinhado por Ataulfo, na Glória. Os meninos do Samba na Fonte lá na Gomes Freire e Pedra do Sal. Na Praça Tiradentes, o projeto Samba Independente dos Bons Costumes, que já começa se movimentar por outros pontos da cidade e as iniciativas da Amaga, Associação de Moradores e a Amigos da Gamboa e Adjacências.
Essa garotada da Zona Sul que estando geograficamente distante das fontes suburbanas, estudam música e vão atrás, dando requinte de qualidade ao samba que é pilar, base, do que vai aparecendo hoje num processo de ampliação e renovação. Até mesmo a Roda de Samba Já Chegou Quem Faltava que leva os terreiros cariocas para a terra vermelha candanga de Brasília. Gente, ninguém me conta, eu vejo. A renovação de público, as caras jovens encantadas com as melodias da regionalidade carioca.
Quem realmente gosta de samba, sabe onde ele está e percebe que ele vem se refazendo. Uma pena que o Esquenta - programa da TV Globo, se desvirtuou, que a TV estatal brasileira, a TVE não tenha mais a boa recepção de imagem de outrora e, ninguém lá tenha a idéia de nas horas vagas passar clipes antigos de samba que estão aos montes na internet. Quando eu falo que a grande mídia ou é cega ou é um ciclope é por isso, preocupados em fabricar mitos para consumo, não percebem o quanto consumimos de mitos verdadeiros. Desprezam um filão e tanto que não sei se é por ignorância - no sentido de desconhecimento ou preconceito mesmo.
Depois eu falo sobre as casas que mantém firme e forte o samba - pai, de raiz, e os cantores e cantoras que de lá viajam pelo Brasil todo como abelhinhas sambistas levando esse pólen da nossa flor maior.
Dia desses no cafofo da Tia Surica, ela falava sobre os compositores que deixaram obras inacreditáveis em qualidade e que eram analfabetos de todo ou em parte.
Monarco, certa vez, no caminho, durante uma viagem de trabalho que fizemos, contava como Silas e Carlos Cachaça orientavam a ele e Cartola em relação ao Português e gramática numa composição. A amizade entre esses caras, a forma como eles promoviam a interação, interatividade, troca de idéias entre suas vivências, cada um de uma escola que por localizações e vivências diferentes iam agregando ao samba bossas diferentes. Tiãozinho da Mocidade contando como surgiu a vareta partida para tocar o tamborim é algo encantador.
Confesso que eu fico atordoada com tantas informações, obtidas diretamente na fonte e em momentos de convivência que a vida me oferece com esses baluartes que por sua vez conviveram com os "mentores" dessa vertente da nossa música que é o samba que no entanto, é modo de vida e legado cultural. Uma tradição oral repleta de poesia e bons sons.
O samba vem se movimentando mais vivo do que nunca. Se por um lado existe a proposta de mega eventos como foi o Samba in Rio, as rodas periféricas não param e vão surgindo novos recantos que revivem o que havia antigamente no ambiente das quadras. Na Vila, o Samba do Barão. A Roda da Feira e o Sambastião apadrinhado por Ataulfo, na Glória. Os meninos do Samba na Fonte lá na Gomes Freire e Pedra do Sal. Na Praça Tiradentes, o projeto Samba Independente dos Bons Costumes, que já começa se movimentar por outros pontos da cidade e as iniciativas da Amaga, Associação de Moradores e a Amigos da Gamboa e Adjacências.
Essa garotada da Zona Sul que estando geograficamente distante das fontes suburbanas, estudam música e vão atrás, dando requinte de qualidade ao samba que é pilar, base, do que vai aparecendo hoje num processo de ampliação e renovação. Até mesmo a Roda de Samba Já Chegou Quem Faltava que leva os terreiros cariocas para a terra vermelha candanga de Brasília. Gente, ninguém me conta, eu vejo. A renovação de público, as caras jovens encantadas com as melodias da regionalidade carioca.
Quem realmente gosta de samba, sabe onde ele está e percebe que ele vem se refazendo. Uma pena que o Esquenta - programa da TV Globo, se desvirtuou, que a TV estatal brasileira, a TVE não tenha mais a boa recepção de imagem de outrora e, ninguém lá tenha a idéia de nas horas vagas passar clipes antigos de samba que estão aos montes na internet. Quando eu falo que a grande mídia ou é cega ou é um ciclope é por isso, preocupados em fabricar mitos para consumo, não percebem o quanto consumimos de mitos verdadeiros. Desprezam um filão e tanto que não sei se é por ignorância - no sentido de desconhecimento ou preconceito mesmo.
Depois eu falo sobre as casas que mantém firme e forte o samba - pai, de raiz, e os cantores e cantoras que de lá viajam pelo Brasil todo como abelhinhas sambistas levando esse pólen da nossa flor maior.
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13 de jul. de 2015
VIVENDO SEM APRENDER A JOGAR
Nunca fui boa com jogos, a princípio achava que era por não conseguir manter a concentração; por um tempo pensava que era porque eu não sabia perder; depois percebi que era porque jogos não me divertiam, o que me divertia era a brigalhada, por exemplo, quando jogávamos Ludo Real em família eu e meus irmãos muito mais velhos, às vezes mais primos e amigos o que acabava sempre com minha mãe recolhendo o jogo e guardando-o em cima do armário.
Fora o Ludo, tive a fase de jogar dominó, porque era fácil e eu achava gostoso o barulho do embaralhar das pedras, mas cadê que eu tinha paciência para contá-las e prever a mão dos adversários?
E foi assim com o jogo de "purrinha", com o buraco, a canastra.O problema era a mão do adversário... Minha paciência era tão curta com as cartas que levei séculos para decorar os naipes, o que só aconteceu quando comecei a jogar paciência no computador. Quando descobri que além de saber a diferença entre paus e espadas eu ainda tinha que saber os valores de cada carta, morri e corri para o Imagem & Ação que depois de 30 anos de terapia, venci a timidez o suficiente para fazer mímicas idiotas, para um bando pequeno de amigos que gostam, como eu mais da sacanagem do que do resultado do jogo.
Enfim, que com isso tudo, eu, reprimida ou tímida, memória fraca ou com preguiça mental, paciência zero, sei que tenho como todos têm, dezenas de talentos e habilidades, a vida, me colocou em situações de abismo, acho que apenas para que eu descobrisse cada uma das minhas competências no entanto, nunca consegui desenvolver o menor talento pra jogos. Se a vida é um jogo eu vou morrer no banco de reservas, se conseguir chegar lá.
Gosto do olho no olho, da conversa franca, das respostas diretas, do sim, do não, aceito talvez. Sou daquelas pessoas que levantam, sacodem a poeira e dão a volta por cima. Se todo mundo tem um preço, minha etiqueta ainda não passou por mim.
Nada contra quem é de jogar, só não jogue comigo, até porque descobri que sei perder. Não jogo por pura falta de gosto e de talento mesmo, pois quando a gente gosta a gente aprende, se aplica e fica bom na coisa.
Seja meu amigo ou seja meu inimigo desde que seja verdadeiro.
Seja meu romance ou seja meu problema, olhe no meu olho sem blefe, sem ensaiar a jogada antes de pensar em beijar-me a boca. Relacionamento se treina junto.
Sou delicada como a flor e tal e qual me defendo com meus espinhos.
Sou forte como o jequitibá, mas jovem como os que saíram o ovo ontem, tenho como professor o bambu que vai ao chão com o vento pra se levantar descabelado porem inteiro.
Fora o Ludo, tive a fase de jogar dominó, porque era fácil e eu achava gostoso o barulho do embaralhar das pedras, mas cadê que eu tinha paciência para contá-las e prever a mão dos adversários?
E foi assim com o jogo de "purrinha", com o buraco, a canastra.O problema era a mão do adversário... Minha paciência era tão curta com as cartas que levei séculos para decorar os naipes, o que só aconteceu quando comecei a jogar paciência no computador. Quando descobri que além de saber a diferença entre paus e espadas eu ainda tinha que saber os valores de cada carta, morri e corri para o Imagem & Ação que depois de 30 anos de terapia, venci a timidez o suficiente para fazer mímicas idiotas, para um bando pequeno de amigos que gostam, como eu mais da sacanagem do que do resultado do jogo.
Enfim, que com isso tudo, eu, reprimida ou tímida, memória fraca ou com preguiça mental, paciência zero, sei que tenho como todos têm, dezenas de talentos e habilidades, a vida, me colocou em situações de abismo, acho que apenas para que eu descobrisse cada uma das minhas competências no entanto, nunca consegui desenvolver o menor talento pra jogos. Se a vida é um jogo eu vou morrer no banco de reservas, se conseguir chegar lá.
Gosto do olho no olho, da conversa franca, das respostas diretas, do sim, do não, aceito talvez. Sou daquelas pessoas que levantam, sacodem a poeira e dão a volta por cima. Se todo mundo tem um preço, minha etiqueta ainda não passou por mim.
Nada contra quem é de jogar, só não jogue comigo, até porque descobri que sei perder. Não jogo por pura falta de gosto e de talento mesmo, pois quando a gente gosta a gente aprende, se aplica e fica bom na coisa.
Seja meu amigo ou seja meu inimigo desde que seja verdadeiro.
Seja meu romance ou seja meu problema, olhe no meu olho sem blefe, sem ensaiar a jogada antes de pensar em beijar-me a boca. Relacionamento se treina junto.
Sou delicada como a flor e tal e qual me defendo com meus espinhos.
Sou forte como o jequitibá, mas jovem como os que saíram o ovo ontem, tenho como professor o bambu que vai ao chão com o vento pra se levantar descabelado porem inteiro.
30 de jul. de 2014
E, POR FALAR EM AMOR | Ponha Amor na Sua Agenda
Para quem sabe não esquecer,
quem não sabe aprender,
quem não entende não desistir,
quem tem, valorizar
e quem perdeu se esperançar.
O amor é a NOSSA pimenta,
o doce, o sal,a energia e a vida,
sabores, saberes e curas
que só funcionam quando é pelo outro.
29 de jul. de 2014
Esses Velhos, Grandes Velhos Ah, sabem o que eu não sei...
Esses idosos que a gente vê nos dias de hoje!
Completamente despudorados, dando-se ao abuso de simplesmente "cagar e andar" pra nossa juventude cheia de vida, força, idolatrias e também conceitos, preconceitos e arrogância!!!
Quem afinal esses velhinhos pensam que são??
Como se não bastassem aqueles que recusam-se a sentar nos assentos preferenciais, não se importando quando fingimos que dormimos para não dar-lhe a vez! Temos que aturar alguns que sambam e conhecem todo mundo no pagode, como a Norminha mãe da Régia que sai em 11 de cada 10 fotos que tiro e muito mais bonita, e elegante, e sorridente e charmosa que a gente!!!
Alguns ficam lá se exibindo no programa do Jô, como já vi a mãe da Cora Ronai e ontem o reprise do Imperador Suassuna que me mostrou como a gente deveria envelhecer, sendo que com menos genialidade....
Completamente despudorados, dando-se ao abuso de simplesmente "cagar e andar" pra nossa juventude cheia de vida, força, idolatrias e também conceitos, preconceitos e arrogância!!!
Quem afinal esses velhinhos pensam que são??
Como se não bastassem aqueles que recusam-se a sentar nos assentos preferenciais, não se importando quando fingimos que dormimos para não dar-lhe a vez! Temos que aturar alguns que sambam e conhecem todo mundo no pagode, como a Norminha mãe da Régia que sai em 11 de cada 10 fotos que tiro e muito mais bonita, e elegante, e sorridente e charmosa que a gente!!!
Alguns ficam lá se exibindo no programa do Jô, como já vi a mãe da Cora Ronai e ontem o reprise do Imperador Suassuna que me mostrou como a gente deveria envelhecer, sendo que com menos genialidade....
26 de jul. de 2014
VÍCIOS
4 meses sem Coca-Cola... Mas não vou ficar 2 sem feijoada.
10 dias sem cigarro, mas nem uma hora sem café.
Sem TV a cabo, mas sem cinema não dá pra ficar;
ainda assim, troco um filme por um livro.
10 dias sem cigarro, mas nem uma hora sem café.
Sem TV a cabo, mas sem cinema não dá pra ficar;
ainda assim, troco um filme por um livro.
25 de jul. de 2014
A Vida Assim
O ser humano é muito engraçado (no mau sentido, claro) ! Só sabe reclamar!
Reclamar e se chegar quando o outro está bombando.
Reclamar e virar as costas quando outro está em declínio.
Reclamar e sumir quando o outro está no ostracismo.
Reclamar, lavar as mãos, não fazer porra nenhuma. Criticar e duvidar dos que fazem alguma coisa.....
A vida é assim, cada um dá o que tem, pensa o que pode e a maioria julga os outros pelo que tem dentro de si.Eu sei que é assim e faz parte do "jogo".
Mas às vezes me dá um desânimo!
VIOLÊNCIA e IGNORÂNCIA
Há muitos anos, o padre Roque Schnneider dizia uma coisa mais ou menos assim:
- Creio que os conflitos mundiais nada mais são que extensões dos nossos conflitos internos.
Simples, né?
Eu acho que o ser humano sofre de muitos males, daqueles que não são os tais males que vem para o bem. Mas uma coisa muito ruim que poderia ser melhorada com a educação, que é a capacidade de articulação.
Se as pessoas se apegam à máxima de que o povo de deus é o povo eleito e mexeram com ele então vai morrer todo mundo (ou como está na bíblia), essas pessoas acham que são deus, ou que agem pela vontade de deus ou que são a mão de deus.
Se a pessoa acha que as mortes provocadas por Israel são "justas" porque o Hamas matou primeiro, significa que aquele moleque amarrado no poste há meses, a dona de casa linchada por engano, o próprio austríaco do bigodinho e todas as mortes praticadas por um justiçamento, preconceito, racismo, cobiça estão corretas.
Então o ser humano é aquela criança que não sabe a diferença entre a implicância de um coleguinha de escola e a morte de milhares de pessoas?
A violência e ignorância de um país, a sua violência e a sua ignorância, a minha ignorância e violência, não são diferentes ou, de menor importância. A diferença é a quantidade de inocente atingidos por vez, por ataque de ignorância, insanidade. Ok, que haja uns culpados no meio - o que isso muda?
Lembrem-se que volta-e-meia, por aqui mata-se por causa das cores de um time de futebol e coisas até menores.
A MORTE DE UM JUDEU, ÁRABE, CRISTÃO, NEGRO, GAY,MULHER, VASCAÍNO, BOTAFOGUENSE, FLAMENGUISTA, TRICOLOR,CRIANÇA, TEM A MESMA IMPORTÂNCIA. É MORTE. SÃO SERES HUMANOS E, QUEM MATA É ASSASSINO!
Como assim Deus manda matar alguém em pleno seculo 21???
Como assim matar mulheres é útil para que não gerem "raça" de inimigos?
Como assim, "cristãos evoluídos" criticam o candomblé e concordam com sacrifício de pessoas?
Parem de usar deus como desculpa para as suas frustrações e maldades diabólicas! Não importa o tamanho, nem o hemisfério, céu e inferno são duvidas o que temos de certo é o cemitério.
Por que afinal quem somos nós para apontar culpados?
22 de jul. de 2014
SENSIVEL
Acho que estou num momento de sensibilidade exacerbada, essa palavra tão feia quanto tantas notícias que nos chegam por todos os lados. Impressão minha ou a maldade, a indiferença, o egoísmo e essas coisas todas que "fazem parte" estão alguns níveis acima do aceitável?
21 de jul. de 2014
O FANTÁSTICO DIA 20 DE JULHO DE 2014
Não estava preparada para ver o Fantástico... Policiais que matam e sorriem como quem pede uma empada no buteco.
Mãe que oferece 20 mil e paga 6000 pra amiga assistente social matar seu enteado pelo importante e urgente motivo de o menino crescer, completar 18 anos e roubar a fortuna do pai...
O tamanho lá da traquitana soviética que derrubou um avião cheio de vidas dentro....
Matança de botos na Amazônia pra servir de isca para um peixe feio como o diabo
Sem falar da Faixa de Gaza, algo que não dá pra compreender por mais anos que eles passem promovendo carnificina.
Quando vi essas coisas na internet parei de ler porque achei que não combinavam com a "Bruna Marquezine indo tomar sorvete de salto alto e chapéu sendo assediada pelos fãs...
Mas não adianta fugir, sai da internet cai na TV e o futebol que não alegra mais ninguém e aqueles sertanejo universitário querendo me convencer que a droga de música que mascararam é evolução.
Tenho dificuldade de achar possível maldades que acho absurdas. Dá vontade de passar de fase sem somar pontos...
JUÍZO
Se a minha mãe soubesse como são chatas certas coisas, nunca teria me mandado tanto tomar juízo..
UM DIA DE SOL
Depois de um domingo, dia que a bruxa perdeu a vassoura e resolveu pegar carona em vários meios de transportes e carcundas, dando uma estacionada no Fantástico - O Show da Vida, eis que temos um novo dia de sol!
Mais que merecer, precisamos!
BOM DIA!!!!
Mais que merecer, precisamos!
BOM DIA!!!!
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